(05/Março/2006)
O
mercado de trabalho foi o principal responsável pela redução da
desigualdade social no Brasil entre 1995 e 2004, mesmo com a queda
da renda média do trabalhador neste período. A diminuição da
diferença dos rendimentos de pobres e ricos contribuiu com pouco
mais de três quartos da queda da desigualdade.
(Fonte: Folha de S. Paulo)
Migrante ganha
mais que local e conterrâneo (12/Fevereiro/2006)
Pela
primeira vez, o senso comum que diz que o migrante é um vencedor, ao
ter êxito apesar das adversidades próprias de ganhar a vida longe da
terra natal, encontra respaldo acadêmico no Brasil.
(Fonte: Folha de S. Paulo)
Corrida rumo à estabilidade (05/Fevereiro/2006)
Os
milhões de brasileiros que sonham com a estabilidade do emprego
público viverão, nos próximos meses, uma intensa temporada de
concursos. Atento ao calendário eleitoral, o governo federal
acelerou as autorizações para elaboração dos editais, dando aval
para preenchimento mais de 30 mil postos somente no primeiro
semestre deste ano.
(Fonte:
Jornal do
Brasil)
Carreiras cortadas (22/Janeiro/2006)
Cinqüenta
anos é a idade média em que mais de 200 mil trabalhadores
brasileiros ficam inválidos no Brasil. De acordo com estudo inédito
da professora e médica do trabalho da Universidade de Brasília
(UnB), Anadergh Barbosa-Branco, com base nos números da Previdência
Social, foram 228.058 casos em 2004, número 23% superior às 185.298
aposentadorias de 2003.
(Fonte: O Globo)
Mestrado dobra renda do
trabalhador (15/Janeiro/2006)
Apesar
da queda generalizada na renda em todos os níveis de escolaridade de
1995 a 2004, ter um diploma, de preferência acrescido de mestrado ou
doutorado, continua fazendo muita diferença no mercado de trabalho.
(Folha
de S. Paulo)
Pobres se
distanciam de ricos e dependem mais do governo (25/Dezembro/2005)
O
processo de exclusão do mercado de trabalho da população
extremamente pobre no Brasil se intensificou de 1995 a 2004. Nesse
período, o rendimento médio dos trabalhadores que se encontram entre
os 10% mais pobres caiu 39,6% ao mesmo tempo em que aumentou a
dependência dos programas sociais do governo.
(Folha
de S. Paulo)
Telemar usa
sindicato para ganhar licitação (20/Novembro/2005)
A
disputa entre as companhias telefônicas ganhou um componente
inusitado: para conseguir contratos com o setor público, sem
licitação, a Telemar apresentou atestados de dirigentes sindicais
trabalhistas assegurando ser ela a única operadora capaz de oferecer
serviços que, segundo a Anatel, podem ser prestados por dezenas de
outros concorrentes.
(Folha
de S. Paulo)
Número de greves
cai 31% em firma privada (30/Outubro/2005)
Enquanto
os funcionários públicos federais fecharam 2004 com número recorde
de horas paradas, o setor privado foi surpreendido pelo menor índice
de greves de sua história recente. Foram 114 paralisações na esfera
privada, 31% menos que no ano anterior, quando houve 165 atos.
(Folha
de S. Paulo)
Sob pressão,
sindicatos fazem concessões nos EUA (21/Outubro/2005)
Os
enormes prejuízos da indústria automobilística e as concordatas de
companhias aéreas estão forçando grandes concessões dos sindicatos
mais poderosos dos Estados Unidos.
(Valor
Online)
Bancários
ampliam greve no país (08/Outubro/2005)
A greve dos bancários por
tempo indeterminado se ampliou ontem, segundo dia de paralisação por
aumento salarial, e atingiu 21 Estados e o DF e um número maior de
agências em São Paulo.
(Folha
de S. Paulo)