Eleições da Anabb: votação se encerra nesta quinta, 3 de novembro

Nesta quinta-feira, dia 3 de novembro, encerra-se o prazo para votação nas eleições da Anabb, tanto para aqueles que votam pela internet, quanto para os que votam com a utilização de cédula impressa, sendo que neste caso os envelopes precisam ser devolvidas aos correios até o mesmo dia 3.

Cada associado pode votar em até 21 nomes, de sua livre escolha, para o Conselho Deliberativo e até 3 nomes para o Conselho Fiscal. Pode votar, ainda, em um candidato a Diretor Regional e, se quiser, em um representante da sua dependência.

Permito-me sugerir alguns nomes – sempre lembrando que não se trata de chapa, portanto o associado vota individualmente nos nomes de sua escolha – mas destacando que também homologo qualquer outro que apareça nas listagens denominadas “Time da Anabb” e “Unidade na Anabb”.

Conselho Deliberativo:

104 Ana Lúcia Landin
108 Antonio Gonçalves de Oliveira (Antonio Gonçalves)
111 Ariele Azambuja Carpes (Ariele Carpes)
112 Augusto Silveira de Carvalho (Augusto Carvalho)
115 Cecília Mendes Garcez Siqueira (Cecília Garcez)
118 Cláudio José Zucco (Cláudio Zucco)
120 Deli Soares Pereira (Deli Soares)
121 Denise Lopes Vianna (Denise Vianna)
126 Emilio Santiago Ribas Rodrigues (Emilio Rodrigues)
128 Fernanda Duclos Carísio (Fernanda Carísio)
132 Francisco Ferreira Alexandre (Alexandre)
133 Genildo Ferreira dos Reis (Genildo Reis)
138 Inacio da Silva Mafra (Mafra)
151 José Sampaio de Lacerda Junior (Junior)
155 Luiz Carlos Teixeira (Teixeira)
161 Maria das Graças Conceição Machado Costa (Graça Machado)
168 Nilton Brunelli
184 Romildo Gouveia Pinto
188 Tereza Cristina Godoy Moreira dos Santos (Tereza Godoy)
190 Vitor Paulo Camargo Gonçalves (Vitor Paulo)
193 William José Alves Bento (William Bento)

Conselho Fiscal

303 Antonio José de Carvalho (Carvalho)
311 Maurílio Rossi
316 Sergio Ricardo Areco Pereira (Areco)

Desde já agradeço sinceramente aos que marcarem meu nome ou de qualquer outro aqui sugerido.

Romildo Gouveia Pinto – Editor do BBlog

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Eleições na Anabb: a opinião do ex-presidente do BB Camilo Calazans

O ex-presidente do Banco do Brasil, Camilo Calazans, distribuiu carta aberta em que se manifesta sobre as eleições na Anabb – ele que foi conselheiro deliberativo da Associação – e conclama os associados para que não deixem de exercer o seu direito de voto. Também manifesta seu apoio a alguns dos candidatos.

Calazans é considerado um marco referencial para os funcionários do Banco do Brasil – pelas conquistas propiciadas – e foi responsável por ter direcionado o BB para o futuro, com a sua transformação em banco múltiplo, criação da chamada poupança verde e outras medidas que resgataram o Banco do Brasil da grave crise em que se encontrava, após o fim da conta-movimento.

O que diz a carta:

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Eleições na Anabb. Votação vai até 3 de novembro

Neste início de outubro começa a votação para eleger os novos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Anabb, bem como as diretorias regionais. O calendário completo e outras informações podem ser obtidas no site da própria associação, clicando aqui.

Poderão votar pela internet aqueles que se cadastraram até o dia 28 de setembro. Os demais receberão em casa a cédula e o envelope-resposta para encaminhamento do voto. Em função da greve dos Correios há o risco de ocorrer algum transtorno, mas a comissão eleitoral está com certeza monitorando o problema com vistas a que todos os associados tenham a oportunidade de manifestar-se no pleito.

Aconteceram mudanças estatutárias na Anabb desde a eleição anterior, como a redução dos prazos de ingresso no BB e na associação para aqueles que se candidatariam – abrindo a merecida oportunidade para os funcionários mais novos – mas na essência permaneceu o direito de o associado escolher de 1 a 21 nomes para o Conselho Deliberativo e até 3 nomes para o Conselho Fiscal.

Como sempre, expressivas lideranças dos funcionários se candidataram, propiciando aos associados oportunidades de escolha as mais amplas.

Confirmo que sou candidato à reeleição no Conselho Deliberativo e, a propósito, informo que mais uma vez participo do chamado TIME DA ANABB – que tantas e extraordinárias conquistas tem obtido para os associados – e desde já solicito votos para aqueles que serão identificados por essa bandeira. Mas retornarei oportunamente ao tema, trazendo mais detalhes.

Faço votos para que o processo ocorra à altura do nível dos funcionários do Banco do Brasil, mesmo sabendo que existe sempre o risco de surgirem baixarias e denúncias que são lançadas irresponsavelmente e, passadas as eleições, são esquecidas, porque costumeiramente não têm nenhuma base ou fundamento que lhes dê consistência.

Aqueles que me acompanham há mais tempo, lembram de uma eleição da Cassi, há cerca de 10 anos, em que eu fui acusado de haver quebrado a Cassi. A mentira prosperou, apesar da resposta consistente dada aqui neste mesmo endereço, ainda em 2002, sob o título de A história de uma grande mentira, bem como uma série de artigos intitulada Quebra da Cassi (1), Quebra da Cassi (2), Quebra da Cassi (3), Quebra da Cassi (4) e Quebra da Cassi (5).

Aquele lamentável episódio, que infelizmente às vezes se repete em outros processos eleitorais, não tem interferido, porém, no discernimento da maioria dos que votam e que percebem a nada sutil coincidência de tais “denúncias” surgirem tão somente em véspera de eleições nas entidades. Os que acompanham este site sabem, também, que nunca dou espaço para esse tipo de abordagem, reservando este endereço para debates de ideias e de propostas que possam ajudar na construção da melhor representação dos funcionários do BB junto às suas entidades.

Espero que as eleições transcorram em paz e que os associados, no seu legítimo interesse e no interesse da associação, tomem sua decisão com calma – têm um mês para isso – e com discernimento, escolhendo aqueles que possam ajudar a fortalecer aquela que é, por conta do trabalho dos que a conduziram até hoje, a maior entidade de representação de funcionários de uma só empresa, com seus mais de cem mil satisfeitos associados.

Romildo Gouveia Pinto

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Eleições na Anabb: Opção pela Internet pode ser feita até 28 de setembro

Assim como nas eleições passadas, em 2008, o associado terá a Internet como opção para escolher seus candidatos. Para isso, é preciso fazer a opção pelo meio eletrônico até a data fixada no Edital. Essa escolha já pode ser feita através do Auto Atendimento da ANABB.

De acordo com a Comissão Eleitoral, esta opção diminui a remessa de envelopes, gerando maior segurança ao processo eleitoral, evitando gastos desnecessários e contribuindo para a preservação do meio ambiente. Caso o associado não faça essa opção dentro do prazo estipulado no Edital, que será publicado no dia 1º de setembro, automaticamente ele receberá sua cédula de votação no endereço cadastrado na ANABB. Por isso, é importante que o associado mantenha seu cadastro na associação atualizado.

Leia o Comunicado da Comissão Eleitoral sobre o voto eletrônico

Fonte: Agência Anabb

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Aviso aos ‘bbnautas’: recesso por cerca de vinte dias

Este BBlog permanecerá em recesso durante cerca de vinte dias, a partir de 26 de agosto.

Eventualmente, se for o caso, alguma atualização poderá ser transmitida via Twitter ou Facebook.

Obrigado.

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Dirigentes dos fundos de pensão precisam ser certificados?

O conceito de certificação profissional não é novo, mas se dissemina com certo vagar, pelo menos no Brasil. Isso talvez se explique pelo baixo nível de escolaridade dos trabalhadores que, antes mesmo de serem certificados, muitas vezes precisam ainda receber ensinamentos fundamentais que os habilitem a interagir com novas tecnologias.

Penso, pois não sou especialista no assunto, que inicialmente somente os produtos eram certificados, através dos diversos “selos”: a geladeira que consome menos energia, o brinquedo que pode ser manipulado por uma criança de menos de cinco anos, o carro que não polui acima do padrão… Depois tal conceito teria sido estendido para empresas, que começaram a ser reconhecidas através de uma série de padrões ISO ou como praticantes de boas práticas de governança, ou ainda como amigas do meio ambiente, da criança etc., ou seja, por suas ações sócio-ambientais.

Por aí surgiram as certificações profissionais. Os bancários, que são maioria dos ‘bbnautas’, sabem que para progredir hoje dentro de suas instituições financeiras precisam obter certificações e, no caso de alguns cargos, tais diplomas tornam-se até mesmo obrigatórios. Em compensação, ostentar grande quantidade de certificados em suas fileiras também valoriza as empresas. Assim como a quantidade de doutores pode elevar o conceito de uma instituição de ensino superior, portadores de certificação além do mínimo obrigatório facilitam o acesso do banco a determinados segmentos, aqueles dos chamados investidores institucionais.

Estou trazendo este assunto à reflexão para inserir neste BBlog uma polêmica que ocorre num dos segmentos que eu atuo, o dos fundos de pensão. Legislação estabelece a necessidade de certificação para o exercício de algumas funções dentro de tais entidades. E os profissionais podem ser certificados com ênfase em investimento ou administração. O assunto está contido em dispositivos legais, quais sejam a Lei 6.435/77, a Resolução 13/04 do antigo Conselho de Gestão de Previdência Complementar (CGPC) e a Resolução 3.792/09 do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Para os próximos anos, a legislação estabelece que um conjunto de profissionais dos fundos esteja totalmente certificado: 50% em 2012, 75% em 2013 e 100% em 2014. Dentre os profissionais, devem estar os administradores participantes do processo decisório e empregados da entidade que realizam operações com ativos financeiros. Para 2011 o percentual é de 25%. A certificação pode ser obtida por comprovação de experiência ou por prova escrita e não vale para sempre. Sua manutenção dar-se-á através de cumprimento de um programa de educação permanente.

Sobre o assunto, a Anapar – Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão tem-se posicionado contrariamente, por discordar de sua aplicação e por entender que o CMN não teria competência para legislar sobre o assunto. Argumenta a Anapar:

“A forma autoritária utilizada para impor a certificação obrigatória só pode ser entendida como uma mal disfarçada intenção de afastar da gestão das entidades as mais autênticas lideranças de entidades de classe dos trabalhadores, que usualmente são escolhidas democraticamente pelos participantes para representá-los em seus fundos de pensão. No entender da ANAPAR, as lideranças que conquistaram a confiança dos participantes estão mais habilitadas a defender seus interesses do que pessoas sem nenhuma vinculação com aqueles que se dispõem a representar, mesmo que estejam tecnicamente muito bem preparadas.” Clique aqui para conhecer na íntegra o texto.

Quem acompanha este BBlog já se acostumou à ideia de que com frequência publico posições com as quais não concordo. E este é mais um caso. Eu tendo a não concordar com a Anapar, até porque a certificação está aberta a todos, sejam eleitos ou indicados pelos patrocinadores – no caso dos dirigentes – e para todos os empregados dos fundos e considera alternativamente a vivência profissional, privilegiando os mais antigos; ou o conhecimento, mecanismo pelo qual os mais jovens não são excluídos.

Por pensar que não basta contar com a confiança dos associados – como conselheiro fiscal eleito da PREVI e conselheiro deliberativo da ANABBPrev – mas que é necessário comprovar a capacitação necessária para cuidar adequadamente de negócio tão importante para os seus participantes, patrocinadores e para o próprio País, é que me posiciono pela certificação. Aliás, por assim acreditar já consegui aprovar no CD do fundo de pensão ANABBPrev proposta no sentido de que aquela entidade estimulará a certificação dos seus dirigentes.

E eu próprio, certamente – até mesmo por uma questão de coerência com o que penso – já obtive do ICSS – Instituto de Certificação dos Profissionais de Seguridade Social o título de “Profissional Certificado com Ênfase em Administração”. Esta certificação junta-se a duas outras que eu já havia obtido junto ao IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, na condição de Conselheiro de Administração e também Conselheiro Fiscal, certificação voltada prioritariamente para as grandes empresas S.A., mas não restrita a essas.

Entendo que a constante qualificação e o aperfeiçoamento profissional permanente são compromissos que todos os dirigentes, eleitos ou não – mas principalmente os eleitos – assumem perante os que confiam em seu nome para representá-los.

Romildo Gouveia Pinto
Editor do BBlog

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