Biografia – Cargos

Cargos atuais

PREVI Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil

* Presidente do Conselho Fiscal – 2010-2012
* Conselheiro Fiscal – Gestão 2008-2012
1º Mandato. Eleito em maio de 2008

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COOPERFORTE – Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários de Instituições Financeiras Públicas Federais Ltda
* Conselheiro de Administração – Gestão 2009-2013

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ANABBPREV Fundo de Pensão da Anabb
* Conselheiro Deliberativo – Gestão 2008-2011
Empossado em 11.12.2008.

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IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa

Comissão Técnica

* Membro da Comissão de Cooperativa

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Certificações Profissionais

IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa

* Conselheiro Certificado – Administração

* Conselheiro Certificado – Fiscal

ICSS – Instituto de Certificação dos Profissionais de Seguridade Social

* Profissional Certificado com Ênfase em Administração


Experiência Anterior

2011-2008

ANABB – Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil
* Conselheiro Deliberativo – Gestão 2008-2011
4º Mandato. Eleito pelo voto direto dos associados, com 10.727 sufrágios.
Empossado em 12.12.2008.

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2009-2007

COOP-ANABB – Cooperativa Habitacional da Anabb Ltda
* Conselheiro de Administração – Gestão 2007-2011
1º Mandato. Eleito em 30.03.2007, em Assembléia Geral Ordinária, pelo voto dos Delegados

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2009-2005

COOPERFORTE – Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários de Instituições Financeiras Públicas Federais Ltda
* Conselheiro de Administração – Gestão 2005-2009
1º Mandato. Eleito em 20.03.2005, em Assembléia Geral Ordinária, pelo voto dos Delegados Seccionais; empossado em 23.05.2005

2008-2006

PREVI Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil
* Coordenador do Conselho Consultivo do Plano de Benefícios 1 – Gestão 2006-2007
* Conselheiro Consultivo do Plano de Benefícios 1 – Gestão 2006-2010 (exercido de 2006-2008, em função de mudança de cargo)

2008-2006

FIAGO Participações S.A.
* Presidente do Conselho de Administração

2008-2005

ANABB – Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil
* Conselheiro Deliberativo – Gestão 2005-2008
3º Mandato. Eleito pelo voto direto dos associados, com 11.630 sufrágios. Empossado em 09.12.2005.

2006-2003

COOP-ANABB – Cooperativa Habitacional da Anabb Ltda* Delegado Seccional

2006-2004

BRASIL FERROVIAS S.A
* Conselheiro de Administração da BRASIL FERROVIAS S.A. – Gestão 2005-2006
1º Mandato. Eleito em agosto/2005, em Assembléia Geral dos acionistas
* Conselheiro de Administração da FERRONORTE S.A. Ferrovias Norte Brasil, empresa do grupo Brasil Ferrovias S.A. – Gestão 2005-2006
2º Mandato. Reeleito em abril/2005, em Assembléia Geral dos acionistas
* Membro do Comitê de Auditoria da Brasil Ferrovias S.A

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2005-2002

ANABB – Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil.
* Conselheiro Deliberativo – Eleito pelo voto direto dos associados, com 17.140 sufrágios
* Secretário do Conselho Deliberativo
* Coordenador da Comissão de Planejamento Estratégico
* Membro do Grupo Assessor de Previdência e Aposentadoria

2005-2002
Delegado Seccional (Paraná) da COOPERFORTE – Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários de Instituições Financeiras Públicas Federais Ltda. Gestão 2002-2005. Eleito pelos associados.

2002-1999

Romildo, presidente do Conselho Deliberativo da Anabb, inaugura a nova sede da Anabb, juntamente com o presidente executivo, Valmir Camilo

Presidente do Conselho Deliberativo da ANABB – Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil. Eleito pelos associados.

Romildo, na condição de Presidente do Conselho Deliberativo, participa da abertura do II Fórum Nacional da Anabb. Ao seu lado, na seqüência (da direita para a esquerda), Valmir Camilo, presidente da Anabb, Itamar Franco, então Governador de Minas Gerais e ex-Presidente da República, Henrique Hargreaves, ex-Ministro e deputado federal Augusto Carvalho, então diretor da Anabb.

2002-2000

Conselheiro Deliberativo do CIN – Clube de Investimento dos Funcionários do Banco do Brasil. Eleito pelos cotistas.

2000-1996

Vice Presidente do Conselho Deliberativo da CASSI – Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. Eleito pelos associados.

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Assinando o termo de posse, como Conselheiro Deliberativo da Cassi, eleito pelos associados. Na mesa, o Garef Fernando Amaral. De branco, o conselheiro eleito Sérgio Rayol.
1999-1998

Presidente do Conselho Deliberativo do CIN. Eleito pelos cotistas.

1998-1996
Conselheiro Deliberativo do CIN, do qual é um dois fundadores. Posse em 26.03.96, para mandato de 2 anos. Brasília (DF).

1996
Candidato a representante dos funcionários no Conselho de Administração do Banco do Brasil, foi eleito no primeiro turno, realizado por estado, como o candidato mais votado do Paraná. No segundo turno, em eleição de âmbito nacional para composição de lista tríplice, foi o 4º colocado.

Carta do então deputado Paulo Bernardo, atual ministro do Planejamento, apoiando-me ao Garef: “grande lutador pelas causas do funcionalismo”

1995-1993
Presidente (19.10.93 a 15.08.95) e Diretor Administrativo (25.02.93 a 18.10.93) da CASSI, Brasília (DF). Conduziu amplo processo de reestruturação organizacional e administrativo da entidade, constante da elaboração de planejamento estratégico, nova estrutura organizacional e de cargos, treinamento, informatização, revisão atuarial do plano de saúde da Empresa, que à época prestava assistência médica integral a mais de meio milhão de pessoas, atendidas em todo território nacional.

Em sua gestão, a CASSI iniciou a implementação de novo modelo de atuação, voltado para a promoção da saúde e a implantação de “portas de entrada”. Iniciou a descentralização de gestão da CASSI, com a instituição de comitês de gerência e centrais de atendimento, em todo o país. Liderou a articulação da CASSI com as todas as demais entidades do funcionalismo do Banco do Brasil, que resultou na aprovação de um novo estatuto em 1996. Formatou o Plano Família, que hoje atende a familiares de funcionários e ex-funcionários do Banco do Brasil.

O então presidente do Banco do Brasil, Alcir Calliari, discursa na posse do novo Presidente da Cassi, Fernando Alberto de Lacerda (que está à sua esquerda, segurando um papel). Na oportunidade, fui empossado Diretor Administrativo. À minha direita o então representante dos funcionários no Conselho de Administração, Luiz Oswaldo, hoje vice-presidente do BB.

1993
Membro de GT “Melhoria do Atendimento no DF”, Banco do Brasil/Presidência, 11.01.93 a 24.02.93, Brasília (DF). Este GT, após amplo levantamento e diagnóstico, elaborou plano para melhoria do atendimento à clientela, no DF, em projeto piloto em cerca de 50 filiais o qual foi, posteriormente, disseminado às demais agências do Banco no país.

1993-1992

Conselheiro Fiscal da CASSI, eleito pelos associados, 31.05.92 a 24.02.93, Brasília (DF)

1992

Subgerente do SIAPE – Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos, 17.03.92 a 18.09.92, na PR/SAF – Presidência da República/Secretaria de Administração Federal, Brasília (DF).

1991

Assessor na CPO – Comissão Pró Olimpíada – Brasília 2000, na PR/SD – Presidência da República/Secretaria de Desportos, 12.08.91 a 13.11.91, Brasília (DF). Participou da elaboração da proposta de candidatura da cidade de Brasília, junto ao Comitê Olímpico Internacional, para realização da Olimpíada 2000, tendo trabalhado no projeto relativo à informatização e à infra-estrutura de comunicações.

1991-1990

Chefe de Divisão no Banco do Brasil Deadm/Produ – Departamento de Administração da Produção/Divisão de Administração da Produção, 20.11.90 a 14.09.91, Brasília (DF). Coordenou a implantação do sistema on-line em mais de 1.000 filiais do Banco.

1990
Chefe de Divisão no Banco do Brasil Deadm/Quali – Departamento de Administração da Produção/Divisão de Administração da Qualidade, 10.05.90 a 19.11.90, Brasília (DF). Conduziu a implementação do projeto de Qualidade e Produtividade no Banco do Brasil, incluindo formação da equipe e treinamento.

1990-1989

Chefe de Divisão no Banco do Brasil Depre/Adsin – Departamento de Segurança e Prevenção/Divisão de Segurança da Informação, 07.04.89 a 09.05.90, Brasília (DF). Liderou a implementação do segmento de segurança da informação, inclusive segurança lógica no processamento de dados, com a formação de equipe e treinamento. Coordenou a elaboração de um sistema de “chaves secretas” a ser utilizado por todas as filiais do Banco do Brasil, nas operações de trocas de valores.

1989-1988

Chefe Adjunto de Gabinete no Banco do Brasil Ditec – Diretoria de Recursos Tecnológicos, 14.06.88 a 06.04.89, Brasília (DF). Como integrante do Grupo Executivo Coordenador, participou da elaboração do projeto de reestruturação de toda a área tecnológica do Banco do Brasil, que resultou na criação de novos Departamentos/Divisões e dos Cedip Centros de Desenvolvimento, Implantação e Processamento de Sistemas, incluindo a descentralização das atividades de análise e programação de sistemas e suporte técnico e revisão da rede de Cesec Centros de Processamento de Serviços e Comunicação, envolvendo, no total do projeto, cerca de 15 mil técnicos.

1988-1986

Analista Chefe no Banco do Brasil Depro – Departamento de Projeto, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, 18.02.86 a 13.06.88, Brasília (DF). Conduziu programa de automação dos núcleos de processamento de dados do Banco do Brasil em todo o país, incluindo revisão de estrutura organizacional, de cargos, do lay-out das instalações físicas e adequação/implementação do hardware e do software de controle.

1986-1984

Chefe de Produção no Banco do Brasil Cesec/NPD, Centro de Processamento de Serviços e Comunicações/Núcleo de Processamento de Dados, 21.08.84 a 17.02.86, Londrina (PR). Conduziu a implantação do Núcleo de Processamento de local, incluindo formação de equipe e treinamento.

1985-1981

Participação na equipe inicial que elaborou e ministrou o treinamento dos funcionários do segmento operacional da área de informática do Banco do Brasil em todo o país, sendo responsável pelo treinamento de cerca de 300 técnicos, inclusive as lideranças. Elaboração de apostilas utilizadas para treinamento e apoio técnico da área de informática do Banco do Brasil, produzindo material ainda em uso na instituição.

1984-1980

Coordenador de Serviços no Banco do Brasil Cesec/NPD, Centro de Processamento de Serviços e Comunicações/Núcleo de Processamento de Dados, 01.07.80 a 20.08.84, Recife (PE).

1979
Fundador e conselheiro deliberativo da APPD – Associação dos Profissionais de Processamento de Dados.
[A fundação da associação foi o primeiro passo - necessário, de acordo com a legislação então em vigor - para a posterior fundação do sindicato da categoria. Na oportunidade eu aliava a militância no sindicato dos bancários com a ativa participação na implementação do sindicalismo no segmento de informática, pois trabalhava no Núcleo de Processamento de Dados do Banco do Brasil.Integrei, portanto, e disso muito me orgulho, o núcleo original de militantes que deu origem do atual SINDPD-PE - Sindicato dos Profissionais de Processamento de Dados, Recife (PE). O site do sindicato registra: “o movimento dos trabalhadores em informática é recente, iniciamos a nossa jornada em 1979, com a fundação da Associação dos Profissionais de Processamento de Dados - APPD.Neste período tivemos atuações fundamentais para o fortalecimento do movimento sindical no Brasil e em Pernambuco, ajudamos a ganhar os sindicatos que estavam na mão dos pelegos aqui no estado, e estivemos presente no Congresso de fundação da CUT em 1983″.]

Para visitar o site do SINDPD-PE, clique aqui

1979-1963

Membro da Oposição Sindical Bancária, em Pernambuco; Secretário Geral da 62a. Junta Eleitoral (41a. Zona), TRE – Tribunal Regional Eleitoral (PE); secretário de redação e crítico musical do semanário Jornal da Cidade, Recife (PE); jornalista do Diário de Pernambuco, Recife (PE); presidente e diretor da AABB – Associação Atlética Banco do Brasil, Serra Talhada (PE); fundador e 1º secretário da ACST – Associação Comercial, em Serra Talhada (PE); jornalista e diretor do jornal Século XX, Caruaru (PE); redator, cronista, produtor, diretor artístico e diretor do Departamento de Jornalismo da Rádio Liberdade, Caruaru (PE); redator, cronista e produtor na Rádio Cultura do Nordeste, Caruaru (PE) e presidente e secretário geral do CCHC Centro Cultural Humberto de Campos, Caruaru (PE)

Caruaru, 1967. Quando jornalista, recebi o cantor e compositor Gilberto Gil (de cavanhaque), agora ministro da Cultura, para entrevista na Rádio Liberdade. Na foto aparecem os compositores Carlos Fernando (1° à esquerda) e Onildo Almeida (1° à direita, em primeiro plano). Aparecem ainda o futuro deputado federal e ministro da Justiça, Fernando Lyra e o futuro vice-governador de Pernambuco, João Lyra Neto, entre outros. Eu estou por trás do Onildo, de camisa branca e mão apoiada no fusca

[A propósito da fota acima, leia-se a entrevista com o escritor pernambucano Jomard Muniz de Brito, a respeito deste evento. Aliás, a gravação que ele cita é da entrevista concedida pelo agora Ministro da Cultura Gilberto Gil ao meu programa, chamado "Jornalzinho Liberdade". A declaração do Jomard foi publicada pelo site Le Mangue, de Pernambuco, em novembro de 2001:
"Le Mangue (LM) - Falando em Tropicalismo e no livro de José Teles: é verdade que foi você quem levou Gilberto Gil pra Caruaru pela primeira vez e foi lá que ele ouviu pela primeira vez uma banda de pífanos ?J - Quem levou Gilberto Gil para Caruaru foi Carlos Fernando. Carlos Fernando era muito ligado à família Lyra, que ofereceu a oportunidade a Gilberto Gil...LM - Foi em 67 ?J - Foi antes do tropicalismo. A família Lyra contratou a banda de pífanos para se apresentar no Clube Internacional de Caruaru. A coincidência é que eu estava lá dando um curso sobre esse meu livro – “Do Modernismo à Bossa Nova” – e sobre moderna cultura brasileira. Nesse curso eu era acompanhado por Geraldinho Azevedo e por duas amigas dele que cantavam. Eu tenho gravada a opinião do Gil diante da banda de pífanos. Tem coisas que a gente marca. Lembro da gente andando pela feira de Caruaru e eu já polemizava com o Roberto Santana, o empresário de Gil na época. O grande debate era sobre a música popular - se tinha que ser mais brasileira ou podia se mesclar mais com as outras influências. O Roberto era dessa linha mais nacionalista, digamos assim, e lembro que eu já dizia que devia ter outras vertentes. Quando Gil ouviu a banda - eu também nunca tinha ouvido - ele disse: "Eles fazem dissonâncias ao modo deles, como coisas da música mais contemporânea, e lembram também coisas dos Beatles." Então, a opinião de Gil era essa. Depois, ele disse que teve um insight do tropicalismo. Chegou no Rio de Janeiro falando para Caetano que, a partir dali, havia feito a ligação entre Luiz Gonzaga, a Banda de Pífanos de Caruaru e os Beatles. E desse caldeirão surgia a coisa da antropofagia tropicalista."]

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