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Sérgio Rosa assume Brasilprev dia 13 e busca liderança na previdência

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Executivo assume a empresa de planos de previdência do BB, que possui R$ 30 bilhões em ativos

Altamiro Silva Júnior, da Agência Estado

SÃO PAULO – No próximo dia 13 Sérgio Rosa assume a presidência da Brasilprev, empresa de planos de previdência do Banco do Brasil com R$ 30 bilhões em ativos. Ex-presidente da Previ, fundo de pensão do BB, Rosa continua até abril como presidente do conselho de administração da Vale.

Acostumado com fundos fechados de previdência, Rosa passou os últimos dias conhecendo as operações da Brasilprev, que vende fundos abertos. Para ele, o crescimento da economia e o aumento da renda da população vai trazer oportunidades de crescimento para o mercado aberto de previdência. “Meu desafio é fazer a empresa se desenvolver dentro desse mercado”, disse Rosa em entrevista à imprensa. Líder em captação desde 2008, a meta é levar a empresa a liderança em ativos e em número de clientes.

As projeções da Brasilprev são de que o mercado de previdência arrecade R$ 50 bilhões este ano. Hoje a empresa é a terceira maior do mercado de previdência aberta, liderado por Bradesco (R$ 68 bilhões) e Itaú Unibanco (R$ 44 bilhões). No mercado total de previdência complementar, incluindo fundos fechados e abertos, a Brasilprev é a sexta maior. O líder é a Previ, com R$ 142 bilhões em ativos, seguido por Bradesco e a Petros, o fundo dos petroleiros, de acordo com ranking de fevereiro deste ano. A meta da empresa é chegar ao quinto lugar em 2011 e a quarta posição em 2012.

A Brasilprev era presidida por Tarcísio Godoy há 3 anos. Funcionário de carreira do Tesouro Nacional, Godoy tira férias a partir do próximo dia 10 e estuda propostas para trabalhar no setor privado e também para continuar no governo.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Programa de Educação Previdenciária da Previ está no ar

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Está no ar o Mais PREVI, o programa de Educação Previdenciária que visa fornecer a você informações que lhe permitam tomar as melhores decisões para o seu futuro. Utilizando o site como principal veículo, o programa reúne vídeos, textos, cursos e links para outros conteúdos que te ajudarão a entender assuntos relacionados à educação previdenciária. São informações importantes para que você conheça mais o seu plano de benefícios e aproveite melhor as oportunidades oferecidas pela PREVI.

O Programa Mais PREVI contribui para a disseminação de conhecimentos sobre planejamento financeiro, necessário à formação de reservas para garantir uma renda de aposentadoria. A implantação do programa de educação previdenciária da PREVI está previsto no Plano Estratégico 2010-2013 e está alinhado às instruções da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC), que determina os conteúdos mínimos que os programas devem ter.

Como Acessar

Na página inicial do site, na aba “Conheça a PREVI”, clique na opção Mais PREVI. Você entrará na página que reúne todos os conteúdos produzidos. Outra forma de acessar é clicar nos “selos” disponíveis em diversas informações. Sempre que existir algum vídeo ou outro material do Mais PREVI relacionado com a informação contida na página em que você estiver navegando, você verá um selo com link direto para o conteúdo audiovisual.

Conhecimento nunca é demais

O Programa Mais PREVI leva para você informações de maneira leve e resumida. O objetivo é chamar a atenção para informações essenciais, que podem fazer diferença para o seu futuro. Mas lembramos que é sempre recomendável a leitura de informações mais detalhadas no site, bem como nos normativos disponíveis. Afinal, quando se trata do seu futuro, conhecimento nunca é demais.

Fonte: Previ

Vale fracassa em tentativa de comprar a Paranapanema

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Vale chegou a elevar em 6% a oferta inicial, mas adesão ficou aquém do esperado

Márcio Juliboni, de EXAME.com

São Paulo – Fracassou a tentativa da Vale de comprar a Paranapanema, empresa líder na produção de cobre refinado no Brasil. Em comunicado à imprensa, a Vale informou que não houve adesão suficiente de acionistas da Paranapanema ao leilão de oferta pública de compra dos papéis, realizado nesta quarta-feira (1º/9).

A mineradora não informou quantos acionistas apoiaram a oferta. De acordo com comunicado da BM&F Bovespa, os investidores que aderiram à proposta detinham papéis equivalentes a 38,28% do total.

Ao lançá-la, em 29 de julho, a Vale condicionou a conclusão do negócio à adesão de acionistas que detivessem, pelo menos, 50% mais uma ação ordinária. A intenção era comprar até 100% dos papéis.

Sem a adesão necessária, a Vale informou que “não adquiriu no leilão quaisquer ações da Paranapanema na oferta.” A mineradora chegou a elevar sua oferta durante o leilão. O preço inicialmente proposto era de 6,30 reais por ação ordinária, que representava um prêmio de 22,4% sobre a média ponderada de fechamento dos pregões dos 90 dias anteriores à apresentação da proposta.

Durante o leilão, porém, a Vale chegou a oferecer 6,75 reais por ação – o que representa 6,34% mais que a oferta inicial. Pela primeira proposta, o valor total poderia alcançar 2,011 bilhões de reais, caso 100% dos investidores aderissem. Com o aumento da oferta, a Vale mostrou que poderia pagar até 2,137 bilhões de reais.

Com a Paranapanema, a Vale aceleraria seus planos de se tornar também um importante competidor no mercado mundial de cobre.

Fonte: Portal Exame

SuperClubs faz acordo com Previ para deixar Sauípe em 2011

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Téo Takar | Valor

SÃO PAULO – A rede de hotéis SuperClubs Breezes chegou a um acordo com a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) e vai deixar a administração do hotel Breezes Bahia, na Costa do Sauípe, a partir de 1º de janeiro de 2011.

Há alguns meses a Previ tentava encerrar o contrato de arrendamento do resort com a rede jamaicana. O Bahia Breezes era o único hotel do complexo que ainda não estava sob direção da Sauípe SA, empresa criada pela Previ para tentar reerguer o empreendimento.

Depois de algumas tentativas frustradas de vender a Costa do Sauípe – um dos interessados foi a própria SuperClubs -, a Previ decidiu investir mais R$ 30 milhões para reformar o empreendimento, que foi relançado em maio deste ano.

Cinco hotéis ganharam a bandeira Sauípe, com diferentes sufixos que identificam perfis de serviços e público: Premium, Class, Park, Fun e Pousadas. Assim como o Bahia Breezes, no passado esses hotéis foram operados por redes diversas, como Sofitel e Marriot, mas que também deixaram o complexo.

O complexo consumiu cerca de R$ 1 bilhão desde a sua inauguração, há cerca de 10 anos, mas nunca deu o retorno esperado. Ele chegou a ser negociado por R$ 200 milhões, em setembro de 2008, para a SuperClubs, que estava associada ao bilionário espanhol Enrique Bañuelos, mas a crise impediu o fechamento do negócio.

Fonte: Valor Online

Brasil Foods é eleita a empresa do ano pela Revista ISTO É Dinheiro

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A empresa Brasil Foods (BRF) foi eleita a Empresa do Ano pela edição “As Melhores da ISTO É Dinheiro 2010” com o prêmio Destaque na Gestão 2010. A publicação deteve a sua atenção nos dados do PIB do primeiro trimestre de 2010. O ranking contempla 500 entre as maiores empresas brasileiras que atuam em 25 setores e, juntas, somam receita líquida de R$ 2,2 trilhões. A BRF também conquistou o primeiro lugar no setor de alimentos.

A Brasil Foods surgiu em 2009, com a fusão das empresas Perdigão e Sadia. Hoje, a empresa está entre as maiores multinacionais brasileiras, com 105 mil funcionários, distribuídos em 64 unidades industriais. Apesar de estar em seu primeiro ano de vida, a Brasil Foods já detém a 10ª posição no mercado mundial de alimentos. A PREVI tem 13,21% de participação na Brasil Foods.

Concedido pela Revista Istoé Dinheiro, uma das mais importantes publicações econômicas do Brasil, o prêmio, em sua sétima edição, avalia as empresas sob os critérios de gestão financeira, responsabilidade social, gestão de recursos humanos, gestão de inovação/qualidade e governança corporativa. Entre os principais fatores que levaram a Brasil Foods à conquista do prêmio, estão a forte atuação global e o reconhecimento em áreas como governança corporativa e sustentabilidade.

Fointe: Previ

Mais problemas em Sauípe

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

por Marcelo Onaga

A rede hoteleira jamaicana SuperClubs entrou com um processo de arbitragem contra a Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil e dona do complexo hoteleiro Costa do Sauípe, maior empreendimento turístico no Brasil. Segundo fontes do mercado, o contrato de arrendamento do hotel administrado pela SuperClubs em Sauípe terminou no fim de julho e a Previ não estaria disposta a renová-lo. O fundo de pensão, que acumula prejuízos superiores a 300 milhões de reais com o negócio desde sua inauguração, em 2000, tenta vender o complexo há anos e já negociou inclusive com a própria rede jamaicana.

Executivos da SuperClubs alegam que, por contrato, a rede tem direito a renovar o arrendamento e não abrirá mão disso. Executivos da gestora de recursos Angra Partners, que intermediou as conversas entre a Previ e a SuperClubs em 2008, foram chamados para prestar depoimentos sobre o acordo entre as duas partes. Procuradas, a Previ e a SuperClubs não comentam o assunto. (T.B.)

Fonte: Primeiro Lugar Online/Exame

Previ fez levantamento normal de informações, afirma ex-presidente. Advogado relata em vídeo o que fazia

sábado, 14 de agosto de 2010

Após acusações de que o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil (Previ) é uma “fábrica de dossiês”, o ex-presidente Sérgio Rosa (foto) disse que houve um “processo normal de levantamento de informações”.

Ele rebateu declarações de Gerardo Xavier Santiago, ex-assessor da Previ, à revista “Veja”. Disse ele que o fundo produzia dossiês contra a oposição e funcionava como máquina de arrecadação para o PT.

Segundo o ex-presidente do fundo, as afirmações do ex-assessor são “mentirosas e difamatórias”. Em nota, disse que a CPI montada em 2005 pediu “uma enorme quantidade de informações”. “Analisando portanto a totalidade das informações apresentadas sob a forma de acusações, não resiste nem por um minuto a ideia de uma fábrica de dossiês.”

“Os escassos fatos citados estão relacionados a um processo normal de levantamento de informações e totalmente justificados e vinculados à natureza do trabalho e dos interesses da Previ naqueles momentos”, completou.

Fonte: Folha de S.Paulo

Veja a seguir entrevista em vídeo com o advogado Gerardo Xavier Santiago:

1a. Parte:

2a. Parte:

3a. Parte:

Fonte: Veja

Previ nega conhecer elaboração de dossiês políticos

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A diretoria da Previ divulgou nota hoje dizendo que “desconhece a prática de elaboração de dossiês com finalidades políticas”. A direção do fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil ainda não havia se manifestado oficialmente sobre as denúncias feitas pelo ex-gerente executivo da entidade Gerardo Santiago, que informou ter pessoalmente conduzido a elaboração de dossiês contra grupos políticos a pedido do ex-presidente da Previ, Sérgio Rosa.

“A atuação dos profissionais da Previ é pautada por seu Código de Ética e Normas de Conduta, em que a Previ condena o uso de informações que, se divulgadas, possam trazer prejuízos à entidade, colaboradores, participantes, assistidos e sociedade”, afirma a nota divulgada pelo fundo de pensão.

“A Previ reafirma que sua diretoria tem compromisso com os 181 mil associados e suas famílias. É seu dever garantir o pagamento de benefícios atuais e futuros de aposentadoria e, para isso, realiza a gestão responsável dos ativos que somam hoje R$ 144 bilhões, observando as políticas e diretrizes de investimentos.”

Fonte: O Estado de S. Paulo

Previ: Petistas disputam 274 cargos em conselhos

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Enfraquecimento da ala “bancária” do partido abriu guerra por postos em empresas em que a Previ tem participação

Acusação de que fundo de pensão do BB seria “central de produção de dossiês” aumentou a temperatura do conflito

LEONARDO SOUZA
DIMMI AMORA
DE BRASÍLIA

O enfraquecimento dos “petistas bancários” no governo ensejou uma luta por 274 cargos nos conselhos de 74 empresas nas quais a Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil) tem participação.

Os mais cobiçados são na estrutura societária da Vale, onde Sérgio Rosa, que deixou o comando do fundo de pensão em maio, ainda ocupa a presidência do conselho de administração.

Segundo a Folha apurou, até o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, se candidatou para assumir uma cadeira do conselho da mineradora.

O Planalto, contudo, não vê com bons olhos a pretensão de Bendine.
Como a Vale é cliente do Banco do Brasil, instituição na qual a companhia tem várias linhas de crédito, analistas do mercado financeiro entendem que a presença do presidente do banco no conselho da mineradora poderia suscitar conflito de interesse.

Além disso, é o presidente da Previ quem historicamente preenche a vaga a que o fundo de pensão dos trabalhadores do banco tem direito. A Vale é a empresa na qual a Previ concentra seu maior investimento individual -cerca de R$ 35 bilhões.

MUDANÇA NA PREVI

A Previ é comandada hoje pelo ex-vice-presidente do BB Ricardo Flores, considerado de perfil “independente” e com bom trânsito no Palácio do Planalto.

Assim, a vaga deveria ser dele. Esse acerto valia até o final da semana passada. Sérgio Rosa tem mandato no conselho da Vale até abril do ano que vem.

Ele havia aceitado assumir a presidência da Brasilprev (coligada do BB) e abrir mão da cadeira na mineradora. No último final de semana, porém, houve uma reviravolta no acerto.

A revista “Veja” trouxe a denúncias de que, sob o comando de Rosa, funcionava na Previ uma “fábrica de dossiês” contra adversários políticos do PT. Assim, os sócios do BB na Brasilprev, o grupo americano Principal, levantaram dificuldades para aceitar o nome do ex-presidente do fundo de pensão.

Rosa pode não aceitar mais deixar o conselho da Vale se seu nome for vetado para a Brasilprev, uma vez que ficaria sem espaço.

A briga em torno do assento na mineradora não é isolada. Os bancários podem perder vagas em várias outras empresas nas quais a Previ tem participação.

SINDICALISTAS

Pelo menos 12 ex-dirigentes sindicais têm assento em conselhos de 11 empresas em que Previ tem sociedade. Entre as empresas estão o grupo Neoenergia, que controla várias distribuidoras de energia do país, e a Invepar, que tem empresas na área de transportes e logística.

Esse grupo, do qual Sérgio Rosa e o ex-presidente do PT Ricardo Berzoini são os maiores expoentes atualmente, perdeu espaço na administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos últimos meses.

Conforme a Folha revelou, um dos motivos recentes de mais desgaste foi o episódio de um dossiê contra o ministro Guido Mantega (Fazenda). O próprio governo atribui aos bancários a autoria do material.

Segundo a Folha apurou, Planalto, BB e Previ estudam promover uma grande troca nos conselhos dessas empresas caso a candidata petista Dilma Rousseff vença a eleição presidencial.

Fonte: Folha de S. Paulo

Ministro do Planejamento participa de reunião sobre superávit Previ

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Na última quinta-feira (5/8), o presidente do Conselho Deliberativo da ANABB, Valmir Camilo, participou de reunião com o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo Silva, para discussão sobre a utilização do superávit da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ).

Paulo Bernardo, que também é funcionário de carreira do Banco do Brasil, disse que acredita que as direções do Banco e da Previ têm grande interesse em debater o assunto com o funcionalismo. O ministro colocou-se à disposição para ajudar na busca pelo bom entendimento entre as partes.

Segundo Valmir Camilo, os participantes do Plano de Benefícios 1 da Previ aguardam a definição sobre a utilização dos recursos destinados à “Reserva Especial para Revisão do Plano”, desde o resultado superavitário da instituição em 2007.

“Tal fato, aliado à edição da Resolução, do Conselho de Gestão da Previdência Complementar (CGPC), nº 26/2008, influenciou as negociações sobre a distribuição dos recursos, que até o momento estão estagnadas”, disse Valmir.

A edição da resolução CGPC nº 26, que regulamenta a utilização e destinação do superávit das entidades fechadas de previdência complementar, causou uma reviravolta na distribuição das sobras da Previ, ao deixar claro que os recursos referentes à conta “Reserva Especial para Revisão do Plano” devem ser repassados ao patrocinador de forma proporcional às contribuições. Além disso, o fato de o BB vir contabilizando em seu balanço cifras relativas ao superávit gerado pelo plano de Benefícios 1 da Previ também causa dúvidas aos participantes e assistidos.

Manter a comunicação com os associados é uma das soluções para sanar essas dúvidas. Por meio de matérias publicadas nos jornais Ação e em edições especiais, a ANABB mantém o tema ‘superávit Previ’ constantemente em pauta.

A Associação defende a isonomia entre os participantes e assistidos do plano de Benefícios 1, de forma a corrigir as injustiças e beneficiar todos os que contribuem para a formação do patrimônio da Previ.

Veja a matéria Realinhamento no Plano de Benefícios 1, publicada no jornal Ação nº 206 e que contém as propostas aprovadas pelos participantes e apresentadas à Previ.

Fonte (Texto e Foto): Agência Anabb