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Em setembro o CCBB de Brasília comemora quatro décadas de parceria musical entre os compositores Aldir Blanc e João Bosco. Ao longo de três finais de semana o público vai apreciar os clássicos da dupla com artistas como Leila Pinheiro, Pedro Mariano, Elza Soares e Moacyr Luz, além do próprio João Bosco, que abre os trabalhos com duas apresentações, nos dias 11 e 12 de setembro.
O primeiro encontro entre o mineiro João Bosco e o carioca Aldir Blanc foi no fim da década de 60, no Rio de Janeiro. Ambos já tinham passado por parceiros ilustres como Vinícius de Moraes, Ivan Lins e Gonzaguinha, mas tiveram a sorte de encontrar a combinação perfeita de suas criações musicais um no outro.
Nessa época, ainda morando em cidades diferentes, João em Ouro Preto, onde cursava Engenharia, e Aldir no Rio, a parceria acontecia com a ajuda dos Correios. Era assim que Aldir enviava as letras para Bosco, através de cartas. Nas férias, os dois se reuniam para cantar e compor.
A parceria se consolidou rapidamente ao chegar às rádios de todo Brasil, na voz de Elis Regina, com Bala com Bala, em 1972. “Quanto me custa dar a outra face / O tapa estala no balacobaco e é fala com fala / E é bala com bala e o galã se espalhando, dando.”
Ao longo dos 10 primeiros anos desta parceria, Aldir e Bosco foram disputados pelos maiores intérpretes da época. Além de Elis, Simone, Gal Costa, Clara Nunes e Djavan também queriam canções dos dois. E foi nas vozes desses e de outros grandes nomes que estiveram no topo dos rankings de discos mais vendidos e músicas mais executadas em rádio e tv.
Em 1983, Aldir e João interromperam a parceria. Foram 18 anos em que cada um seguiu seu caminho, cada qual com seus novos parceiros e sempre com belas e memoráveis composições. Atualmente, e já há alguns anos, para alegria geral da nação, João e Aldir estão compondo juntos mais uma vez.
“O reencontro aconteceu em 2001 e hoje, mais próximos, os dois voltaram a compor grandes e novos clássicos que ficarão com certeza na história da nossa música.” Aposta Solange Kafuri.
O projeto tem a direção musical de Itamar Assiére, que além da direção musical, toca piano e teclado. Para compor a banda que acompanha os intérpretes, Itamar arregimentou um time de grandes músicos brasileiros. Na bateria e percussão Jorge Gomes; violão, guitarra e cavaquinho Zé Carlos; sax e flauta Ricardo Pontes e no baixo elétrico e acústico Ivan Machado.
“Dois pra lá, dois pra cá” com João Bosco e Aldir Blanc – 40 anos de música
CCBB Brasília
11 a 26 de setembro
sextas e sábados, às 21h e domingos, às 20h
Teatro I
SCES Trecho 2, lote 22 – Brasília/DF
Ingressos a R$ 7,50
(meia para estudantes, professores, maiores de 65 anos e clientes BB)
Capacidade: 324 lugares
Classificação etária: 12 anos
Informações: 61 3310.7087
Fonte: O Reporter
O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) apresenta, a partir de sexta-feira (3/9), o projeto musical “Vale a Pena Ouvir”, que acontece ao ar livre (grátis) na Praça do Patriarca. São cinco espetáculos com duas sessões cada (às sextas-feiras e aos sábados, às 12h30), reunindo a grande diversidade musical do Brasil como o tradicional forró, música eletrônica junto com cancioneiro popular, regional (nordestino e pantaneiro) e rock mesclado com canto lírico.
O repertório de música popular e instrumental brasileira onde a onomatopéia – recurso de imitação de sons por meio de vocábulos sonoros – é valorizada nas letras e arranjos instrumentais vai invadir o Centro Cultural Banco do Brasil–RJ, a partir desta terça, 27 de julho, dentro das tradicionais Terças Musicais, com o projeto Onomatopéia Não é Palavrão! Onomatopéia Musical.
Por Pamela Mascarenhas
A cantora Nina Becker é a terceira atração a subir ao palco do CCBB, no Rio de Janeiro, no projeto Pode Apostar. Os shows serão realizados nesta terça-feira, 27, em dois horários, 12h30 e 18h30. Antes da cantora, Rodrigo Maranhão e Fino Coletivo.
Está aberto o período de votação popular das três categorias do Festival Cultural Banco do Brasil 2009, que vai até às 23h59 (horário de Brasília) do dia 18 deste mês. O Festival recebeu 882 inscrições, sendo que 434 poesias, 139 fotografias e 167 músicas atenderam aos critérios do regulamento.
A propósito, aproveito para informar que estou participando do concurso Talentos da Maturidade, com um conto que tem por título — que parece muito bancário, mas as aparências enganam… — O Boleto. 

