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Curitiba pode proibir celular em banco

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Projeto veta falar ao aparelho dentro de agências para evitar roubo em que ladrão se comunica com colega

Objetivo é impedir assaltos a clientes na saída do banco; texto aprovado ainda precisa da sanção do prefeito

DIMITRI DO VALLE
DE CURITIBA
ESTELITA CARAZZAI
DE SÃO PAULO

Atender ao celular enquanto se espera na fila do banco poderá passar a ser caso de polícia em Curitiba.

O município estuda proibir o uso de celulares dentro das agências bancárias para tentar coibir assaltos a correntistas na saída dos estabelecimentos. Projeto nesse sentido foi aprovado na semana passada pela Câmara e precisa agora da sanção do prefeito Luciano Ducci (PSB).

Pelo projeto, o correntista poderá portar um celular dentro da agência, mas sem discar nem atender a chamadas. Uma placa será colocada para informar a proibição. O gerente da agência e os seguranças poderão advertir o usuário e, em caso de recusa, até chamar a polícia.

Leis similares, para evitar que os aparelhos sejam usados para repassar descrições das vítimas a criminosos do lado de fora, já existem em ao menos outras seis cidades.

Para o doutor em direito constitucional Marcos Augusto Maliska, por restringir um direito básico do cidadão, a lei precisa estar amparada em dados estatísticos que justifiquem a proibição.

O vereador Tito Zeglin (PDT), autor da proposta, diz ter tido a ideia depois que Curitiba sofreu uma série de assaltos do gênero em 2009.

O vereador reconhece que a ideia não colocará fim aos ataques de assaltantes nas imediações das agências, mas irá “ajudar a dificultar as ações dos bandidos”.

Segundo a assessoria da prefeitura, Ducci aguarda parecer da Procuradoria-Geral do Município para decidir se sanciona ou não o projeto.

Em João Pessoa (PB), Manaus (AM), Teresina (PI), São Roque (SP), Taubaté (SP) e Araucária (PR), os clientes devem ser informados, por placas ou funcionários do banco, sobre o veto. Minas Gerais estuda aprovar projeto similar para todo o Estado.

Fonte: Folha de S. Paulo

Mais de dois terços dos empréstimos do BB é feito longe das agências

terça-feira, 18 de maio de 2010

A quantidade de novas operações de crédito contratadas em caixas eletrônicos do Banco do Brasil já representa 52% do total. De janeiro a março, os terminais de autoatendimento registraram 1,2 milhão de operações das 2,2 milhões contratadas por pessoas físicas. Dessa quantidade, apenas 730 mil ou 32% foram realizadas em agências bancárias.

Mais de dois terços dos empréstimos, hoje, é feito longe das agências, sendo 52% em caixas eletrônicos, 9% por telefone (Central de Atendimento Banco do Brasil) e 7% pela na Internet.

O Banco observou que o uso dos canais alternativos para tomar empréstimos aumenta de forma sazonal. Durante o verão, quando mais pessoas viajam de férias e as despesas com tributos e material escolar aumentam, a quantidade de empréstimos feitos pelos caixas eletrônicos e internet somados chega a 69,5% do total. Nas datas comemorativas, como o Dia das Mães, esse índice volta a subir.

Passou o tempo em que era preciso falar com o gerente do banco para tomar um empréstimo. Essa revolução na concessão de empréstimos foi possível graças aos avanços da tecnologia bancária. Mais evidente nos terminais de última geração, a alta tecnologia provocou mudanças mais profundas, longe dos olhos dos clientes, nos sistemas de análise de crédito.

O Banco do Brasil adota densas metodologias bancárias, como análises do inadimplemento em clusters e por safras, tanto na fase de concessão quanto no acompanhamento e na cobrança. O sistema estuda o comportamento de cada cliente e permite identificar com exatidão os públicos com maior propensão a tomar crédito e com menor nível de perdas.

Com essa técnica o BB é, hoje, a instituição financeira que registra menor índice de ingresso de crédito para perdas. Em 2009, apenas 3,1% da carteira migrou para perdas, enquanto que na concorrência, a média de ingresso em prejuízo do mercado foi de 5,2%.

Fonte: BB

BB lança saque de dinheiro usando o celular e sem cartão

sábado, 6 de março de 2010

Cliente receberá código no aparelho para usar no saque. Código também pode ser enviado a outras pessoas

O Banco do Brasil colocará à disposição de seus clientes, a partir de segunda-feira (8), uma nova possibilidade de saque de dinheiro sem a necessidade do cartão de débito.

Chamado de “Saque Sem”, o serviço permitirá que os clientes saquem até R$ 100 por dia em terminais de autoatendimento sem cartão, usando o telefone celular.

O cliente terá que fazer a adesão ao serviço no caixa eletrônico. Feito o cadastro, ele terá enviar um SMS para a central de atendimento do banco, que retornará, ao celular cadastrado, um código que vale até a meia-noite do dia da solicitação. Com esse código, o cliente pode fazer o saque do dinheiro no caixa eletrônico.

“A proposta é dar uma alternativa de saque para aquelas situações emergenciais como perda, roubo ou esquecimento da carteira, ou ainda por mera conveniência quando não é possível levar o cartão, como em caminhadas e praias. O Banco do Brasil é a primeira instituição financeira a oferecer esse serviço”, diz o BB em comunicado.

O diretor da unidade de gestão de canais do BB, Hideraldo Leitão, diz que a iniciativa o primeiro passo para a massificação do telefone celular como mecanismo de relacionamento do cliente com o banco. “A tendência é a substituição do plástico [cartão] pelo celular”, disse Leitão, que diz que que não haverá perda de segurança para o cliente.

Além do saque sem cartão pelo próprio cliente, a ferramenta permite que o correntista faça transferências de valores para outras pessoas, que poderão sacar os recursos por meio do código que receberão no celular.

Para isso, o cliente terá que fazer a operação na internet, digitando sua senha e indicando o número de celular para o BB enviar o código.

O BB disse que o custo do serviço para os clientes que não possuam pacote de serviço será de R$ 1,40 após o quarto saque mensal. Mas, segundo o banco, haverá isenção de tarifa por seis meses. Para quem tem pacote de serviços, a quantidade de saques depende da modalidade contratada, segundo o banco.

Fonte: G1, com informações da Agência Estado

Banco do Brasil leva internet banking a população de baixa renda

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Por Daniela Braun

Totems com acesso à internet para consultas, transações e seguros são testados em estabelecimentos como farmácias, lotéricas e bancas.

De olho nos 100 milhões de brasileiros que não possuem conta corrente no País, o Banco do Brasil está colocando totems com acesso à internet para oferecer consultas, transações e venda de seguros em alguns pontos de sua rede de correspondentes bancários como farmácias, bancas de jornal e lotéricas.

Os testes foram iniciados há cerca de 15 dias em 16 correspondentes bancários de São Paulo e Brasília, informa o diretor de canais do Banco do Brasil, Hideraldo Leitão, durante o V Insurance IT Meeting, evento realizado pela CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), de 13 a 15 de novembro, em Angra dos Reis (RJ). Em janeiro, o banco deve expandir os pontos de acesso para todo o País usando conexão via redes 3G.

De acordo com Leitão, a estratégia é inserir os serviços bancários no dia-a-dia do usuários de baixa renda com um “correspondente bancário integral”. O modelo, segundo o executivo, contempla uma participação do correspondente bancário nos lucros. “É uma receita nova para uma banca de revista, por exemplo”, observa.

A solução realizada em parceria com a Brasil Veículos, também abre caminho para o mercado de microsseguros (produtos populares, com parcelas acessíveis). “O cliente começa a entrar na economia e percebe que pode ter um plano de previdência de 10 reais ao mês ou fazer o seguro de seu carro”, ressalta o executivo.

SMS reverso é aposta do Banco do Brasil para acelerar mobile banking

Com 1,5 milhão de usuários de SMS, banco prepara-se para lançar ‘torpedo de ação reversa’ para que o cliente consulte e compre serviços do banco.

Até o final do ano, o Banco do Brasil inicia a oferta de serviços que podem ser adquiridos pelos correntitas pelo envio de mensagens de texto (SMS) à instituição.

O ‘torpedo de ação reversa’ permite que o usuário solicite por SMS uma consulta de saldo, a localização de uma agência ou faça a cotação de um seguro e compre o produto do banco, por exemplo.

Na avaliação do diretor de canais do Banco do Brasil, Hideraldo Leitão, a grande vantagem do mobile banking é integrá-lo a outros serviços do banco. Neste sentido, segundo ele, o SMS é “a musa do verão” para o setor. Para entrar em prática, o serviço depende da aprovação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que regula a oferta de produtos via celular evitando o envio de mensagens indesejadas (spam) e deve sair ainda este ano, informa o executivo.

A mobilidade exerce um papel papel importante na tarefa dos bancos de fazer com que suas soluções sejam vistas de forma integrada, ressaltou Leitão durante o evento V IT Insurance Meeting, realizado de 13 a 15 de novembro em Angra dos Reis (RJ).

“O aviso via torpedo de que o saque foi feito, de que a fatura do cartão de crédito foi fechada. Essa combinação de coisas é o grande investimento do banco”, disse o executivo.

O número de clientes do Banco do Brasil que usam serviços de SMS vem dobrando a casa seis meses, informa Leitão. Atualmente, 1,5 milhão de correntistas – cerca de 4% de sua base total de 40 milhões – contratam serviços de alertas do banco via SMS pagando 2,50 reais ao mês.

Fonte: IDG Now!

BB lança gerenciador financeiro com acesso de celular

terça-feira, 30 de junho de 2009

O conjunto de 14 transações atenderá cerca de 85% das operações realizadas pelos clientes pessoa jurídica por meio da internet

O Banco do Brasil oferece desde o dia 25 de junho a seus clientes pessoa jurídica o serviço de autoatendimento via celular, chamado Gerenciador Financeiro. O conjunto de 14 transações atenderá cerca de 85% das operações realizadas por essa categoria de clientes por meio da internet, sem cobrança de tarifas.

Conforme explicado pela instituição, por meio de aparelhos celulares com a tecnologia WAP2 (Wireless Aplication Protocol, versão 2 – disponível na maioria dos celulares, exceto iPhone, HTC e Blackberry), o empresário poderá consultar saldos e extratos, realizar transferências entre contas, inclusive DOC/TED, pagar convênios e boletos de cobrança, liberar arquivos de pagamento, dentre outras operações.

O acesso pode ser feito pelo Portal WAP da operadora de telefonia móvel do cliente ou digitando o endereço eletrônico http://wap2.bb.com.br/pj no telefone celular. Para efetivar as transações, serão exigidos os mesmos requisitos de segurança adotados no acesso ao Gerenciador Financeiro pela internet.

Hoje, cerca de 530 mil companhias usam regularmente o Gerenciador Financeiro, das quais a maioria é do segmento de micro e pequenas empresas. A movimentação financeira das empresas do Varejo no BB pelo canal superou R$ 25,8 bilhões em maio de 2009, com 129 milhões de transações realizadas.

Fonte: Itweb

Notas curiosas da imprensa

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Do jornal O Estado de S. Paulo:

Conta de celular do Senado usado pela filha de Viana foi de R$ 14 mil

O próprio senador se viu obrigado a confirmar valor, ao ser confrontado com levantamento feito pelo ‘Estado’

Rui Nogueira e João Bosco Rabello, BRASÍLIA

A conta do telefone celular do Senado que o senador Tião Viana (PT-AC) emprestou à filha em viagem de férias ao México foi de R$ 14.758,07. O valor, ocultado por Viana, corresponde a 20 dias de uso – de 2 a 22 de janeiro – e foi pago por ele após a denúncia de adversários na guerra em que se transformou o Senado com a eleição de José Sarney (PMDB-AP) para a presidência. O próprio senador, que se negara a fornecer o valor da conta, se viu obrigado, ontem, a confirmá-lo quando confrontado com levantamento feito pelo Estado.

Viana insistiu na justificativa de ter agido como pai preocupado com a ausência da filha do País. “Eu cometi um erro, paguei caro por esse erro e juro que foi a única vez em que emprestei o celular. Minha decisão foi tomada por puro instinto paternal, querendo manter contato com minha filha pelo fato de que ela e uma amiga atravessaram o México em uma viagem de ônibus”, disse.

No dia 18 março, abalado pela denúncia de uso indevido de prerrogativa exclusiva do senador, que possui telefone celular sem limite de gastos e pago com dinheiro público, Viana depositou o valor na conta da administração do Senado.

O diretor-geral da Casa, Alexandre Gazineo, acha o caso de Viana menos grave que outros em exame pela administração da Casa – pelo valor e por ter sido a única vez em que Viana cometeu o desvio. Significa que há outros casos semelhantes e contas muito mais expressivas. “O senador Tião Viana está sendo crucificado, mas a conta do telefone celular que ele emprestou à filha está longe de ser das maiores”, disse.