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CCBB de Brasília comemora quatro décadas de Aldir Blanc e João Bosco

sábado, 4 de setembro de 2010

Em setembro o CCBB de Brasília comemora quatro décadas de parceria musical entre os compositores Aldir Blanc e João Bosco. Ao longo de três finais de semana o público vai apreciar os clássicos da dupla com artistas como Leila Pinheiro, Pedro Mariano, Elza Soares e Moacyr Luz, além do próprio João Bosco, que abre os trabalhos com duas apresentações, nos dias 11 e 12 de setembro.

O primeiro encontro entre o mineiro João Bosco e o carioca Aldir Blanc foi no fim da década de 60, no Rio de Janeiro. Ambos já tinham passado por parceiros ilustres como Vinícius de Moraes, Ivan Lins e Gonzaguinha, mas tiveram a sorte de encontrar a combinação perfeita de suas criações musicais um no outro.

Nessa época, ainda morando em cidades diferentes, João em Ouro Preto, onde cursava Engenharia, e Aldir no Rio, a parceria acontecia com a ajuda dos Correios. Era assim que Aldir enviava as letras para Bosco, através de cartas. Nas férias, os dois se reuniam para cantar e compor.

A parceria se consolidou rapidamente ao chegar às rádios de todo Brasil, na voz de Elis Regina, com Bala com Bala, em 1972. “Quanto me custa dar a outra face / O tapa estala no balacobaco e é fala com fala / E é bala com bala e o galã se espalhando, dando.”

Ao longo dos 10 primeiros anos desta parceria, Aldir e Bosco foram disputados pelos maiores intérpretes da época. Além de Elis, Simone, Gal Costa, Clara Nunes e Djavan também queriam canções dos dois. E foi nas vozes desses e de outros grandes nomes que estiveram no topo dos rankings de discos mais vendidos e músicas mais executadas em rádio e tv.

Em 1983, Aldir e João interromperam a parceria. Foram 18 anos em que cada um seguiu seu caminho, cada qual com seus novos parceiros e sempre com belas e memoráveis composições. Atualmente, e já há alguns anos, para alegria geral da nação, João e Aldir estão compondo juntos mais uma vez.

“O reencontro aconteceu em 2001 e hoje, mais próximos, os dois voltaram a compor grandes e novos clássicos que ficarão com certeza na história da nossa música.” Aposta Solange Kafuri.

O projeto tem a direção musical de Itamar Assiére, que além da direção musical, toca piano e teclado. Para compor a banda que acompanha os intérpretes, Itamar arregimentou um time de grandes músicos brasileiros. Na bateria e percussão Jorge Gomes; violão, guitarra e cavaquinho Zé Carlos; sax e flauta Ricardo Pontes e no baixo elétrico e acústico Ivan Machado.

“Dois pra lá, dois pra cá” com João Bosco e Aldir Blanc – 40 anos de música

CCBB Brasília
11 a 26 de setembro
sextas e sábados, às 21h e domingos, às 20h
Teatro I
SCES Trecho 2, lote 22 – Brasília/DF
Ingressos a R$ 7,50
(meia para estudantes, professores, maiores de 65 anos e clientes BB)
Capacidade: 324 lugares
Classificação etária: 12 anos
Informações: 61 3310.7087

Fonte: O Reporter

CCBB SP leva shows gratuitos para a Praça do Patriarca

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) apresenta, a partir de sexta-feira (3/9), o projeto musical “Vale a Pena Ouvir”, que acontece ao ar livre (grátis) na Praça do Patriarca. São cinco espetáculos com duas sessões cada (às sextas-feiras e aos sábados, às 12h30), reunindo a grande diversidade musical do Brasil como o tradicional forró, música eletrônica junto com cancioneiro popular, regional (nordestino e pantaneiro) e rock mesclado com canto lírico.

O grupo pernambucano Fim de Feira (foto) abre a temporada (3 e 4/9), seguido pela pernambucana Andrea Amorim (17 e 18/9), pela banda mineira formada por deficientes visuais Forró no Escuro (1 e 2/10), pelo paulistano-pantaneiro Gabriel Sater (15 e 16/10) e pelos paraibanos do Cabruêra (29 e 30/10), que fecham o projeto.

O objetivo do CCBB com esta iniciativa é apresentar ao público paulistano as diversas origens da música popular brasileira numa síntese da variação de estilos. Todos os grupos e artistas convidados possuem trabalhos reconhecidos em suas respectivas regiões e até mesmo no Exterior; alguns trazem o aval de artistas de renome nacional. A seleção envolveu uma minuciosa pesquisa em busca da diversidade de gêneros e da qualidade artística somada às particularidades dos estilos. O resultado é um projeto rico em sonoridades e elementos da cultura brasileira.

Programação

3 e 4/9: Fim de Feira (ritmos nordestinos com poesia de cordel)
17 e 18/9: Andrea Amorim (rock-lírico)
1º e 2/10: Forró no Escuro (deficientes visuais no forró)
15 e 16/10: Gabriel Sater (regional pantaneiro)
29 e 30/10: Cabruêra (cancioneiro e música eletrônica)

Fonte: Viva o Centro

Inscrições para patrocínios do BB estão abertas

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

O Banco do Brasil abriu nesta terça-feira, 10 de agosto, as inscrições para o Programa de Patrocínios de 2011. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, pelo site www.bb.com.br/ patrocínios, onde também está disponível o edital com informações sobre os pré-requisitos e os critérios de seleção.

Os projetos selecionados irão integrar a programação de atividades do Banco de 2011. Podem se inscrever pessoas jurídicas de qualquer região do país até o dia 08 de setembro de 2010.

Conforme definido em edital, o processo seletivo será dividido em quatro fases. Na pré-seleção serão analisadas as propostas por comissões técnicas; depois serão verificadas a habilitação jurídica e regularidade fiscal dos proponentes; a terceira fase será de negociação, ou seja, definição do valor do patrocínio e respectivas contrapartidas e na quarta fase se dará a homologação, aprovando formalmente as propostas.

A pré-seleção será de acordo com as seguintes premissas: visibilidade, fortalecimento de marca, relacionamento, contrapartidas oferecidas, brasilidade, inovação, sustentabilidade, distribuição geográfica, cidadania, potencial educacional e acessibilidade. Os projetos pré-selecionados serão divulgados, em data a definir, no portal bb.com.br/patrocinios.

Balanço:

No Programa de Patrocínios do BB de 2010 foram pré-selecionados 884 projetos dentre os 6.150 inscritos pelo site. Na oportunidade, 76% dos projetos recebidos foram das áreas Cultural, Social e Ambiental; 24% relacionados à área negocial.

Informações:

Assessoria de Imprensa do Banco do Brasil
Tel.: 61 3310-3664 – imprensa@bb.com.br

Fonte: BB

O encontro de Cissa e Verissimo no CCBB nesta quarta-feira

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Atriz enfrenta a tragédia da perda do filho com trabalho. Hoje, ela lerá cinco textos do escritor gaúcho no CCBB

Viviane Marques

O humor e a verve de Luis Fernando Verissimo são a atração da noite de hoje no projeto Escritores brasileiros, no CCBB Brasília. O evento, que estreou no mês passado com uma divertida união entre a escritora Martha Medeiros e a atriz Cássia Kiss, promete mais risadas esta noite.

A timidez em forma de ironia fina do autor gaúcho se unirá à comicidade histriônica da atriz carioca Cissa Guimarães (foto), que confirmou presença na capital. “Na semana passada, ela me passou um torpedo, dizendo: ‘Vou a Brasília, sim. Meu filho quer que eu trabalhe e continue a minha missão’”, conta o curador do projeto, Marcelo Andrade.

Cissa lerá cinco textos ainda não publicados em livro, escolhidos pelo próprio Verissimo. “São todos com diálogos, que o talento da Cissa como atriz certamente valorizará”, comenta o escritor. A programação é dividida em duas etapas: na primeira, o escritor fala sobre sua trajetória e obra. Em seguida, o ator ou personalidade convidado sobe ao palco para ler trechos de publicações do palestrante. Em seguida à intervenção artística, é aberta uma sessão de perguntas e respostas entre o público presente e o autor.

Também fazem parte do Escritores brasileiros as oficinas de leitura, ministradas por professores da Cátedra Unesco de Leitura, da PUC-Rio. Com três horas de duração cada, elas têm como objetivo disseminar conhecimentos e técnicas que ajudem a sensibilizar e a orientar qualquer pessoa a desenvolver o gosto pela leitura, sempre usando textos dos escritores homenageados no projeto.

No sábado, Marta Morais, da Universidade Federal do Paraná, abordará Humor e literatura, às 9h30. Rogério Lima, da UnB, ministra a oficina das 14h, cujo tema é Literatura e ensaio. “Os participantes são estimulados a desenvolver núcleos de leitura em suas cidades”, acrescenta Andrade.

O Escritores brasileiros está sendo realizado simultaneamente nos CCBBs de Brasília e do Rio de Janeiro. Na semana passada, Nelson Motta e Marília Pera, que foram casados e têm duas filhas, estrelaram a edição carioca do projeto. Tudo indica que repetirão a dobradinha por aqui, em novembro. “Marília ficou entusiasmadíssima, mas por conta de compromissos profissionais só pode ser confirmada mais perto da data”, comenta Andrade. A próxima leitura na capital reunirá, em 15 de setembro, Zuenir Ventura e um ator ou atriz a ser escalado.

Escritores Brasileiros

Palestra e leitura de textos de Luis Fernando Verissimo, com a presença do autor e da atriz Cissa Guimarães. Hoje, às 19h30, no Teatro I do CCBB Brasília (SCES, Trecho. 2, Conjunto 22; 3310-7087). Entrada gratuita mediante retirada de senha, distribuída uma hora antes. Duração de 105 minutos. Classificação indicativa: 12 anos.

Fonte: Correio Braziliense

CCBB Rio debate a arte na ‘Era da Internet’

domingo, 8 de agosto de 2010

Rio – O teatro III do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) será palco para uma série de debates mensais sobre as expressões artísticas na Era da Digital. O projeto, chamado de ‘Arte e Vanguarda na Internet’, começa no próximo dia 10 de agosto, às 18h30, com um debate reunindo a escritora e midiarista Giselle Beiguelman (foto) e a pesquisadora e coordenadora do projeto Midiarte e do Pontão de Cultura Digital da UFRJ, Ivana Bentes.

No total, o ciclo de palestras vai ter seis encontros no CCBB, todos com entrada franca e mediados pelos jornalistas Mauro Ventura e Oona Castro. Os três primeiros debates serão transmitidos pela Internet e os internautas vão poder fazer perguntas aos convidados. Música, teatro, fotografia e literatura estão entre os assuntos que serão abordados.

Quem quiser assistir às palestras deve retirar as senhas dentro na bilheteria do CCBB. O centro cultural fica na Rua Primeiro de Março, 66, Centro. O telefone é 3808-2020. Abaixo, a agenda do ciclo ‘Arte e Vanguarda na Internet’.

10 AGOSTO – WEB ARTE
Debatedores: Giselle Beiguelman e Ivana Bentes
Mediação: Mauro Ventura

24 AGOSTO – TEATRO NA REDE: O PALCO ELETRÔNICO
Debatedores: Jefferson Miranda e Renata Jesion
Mediação: Mauro Ventura e Oona Castro

21 SETEMBRO – BLOGOSFERA: A IMPRENSA ALTERNATIVA DO SÉCULO 21?
Debatedores: Luiz Carlos Azenha e Mauro Santayana
Mediação: Mauro Ventura e Oona Castro

19 OUTUBRO – MUITO ALÉM DA FOTOGRAFIA
Debatedores: Cláudia Jaguaribe e Arthur Omar
Mediação: Mauro Ventura e Oona Castro

9 NOVEMBRO – LITERATURA NA INTERNET
Debatedores: Daniel Galera e João Paulo Cuenca
Mediação: Mauro Ventura

23 NOVEMBRO – MÚSICA E INTERATIVIDADE
Debatedores: Henrique Portugal e Irineu Franco Perpétuo
Mediação: Mauro Ventura

Fonte: O Dia Online

CCBB traduz universo de diretor que marcou Crumb e Tarantino

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Mostra traz raridades e imagens do submundo de Russ Meyer

ANDRÉ BARCINSKI
CRÍTICO DA FOLHA

Deusas peitudas em carros envenenados! Amazonas de couro negro em busca de sexo selvagem! Mulheres rebolando ao som do rock and roll e surrando machos na beira de estradas poeirentas! Este é o universo de Russ Meyer (1922-2004), rei do filme B e criador de uma iconografia própria do submundo.

O que Walt Disney foi para as crianças, Russ Meyer foi para os adolescentes na América dos anos 1960: uma catarse. O CCBB presta homenagem ao cineasta com retrospectivas em São Paulo e no Rio até 15 de agosto. São 18 filmes do homem que influenciou não só o cinema (Tarantino, Almodóvar), como os gibis (Robert Crumb), a moda (Jean Paul Gaultier) e a música (The Cramps).

A mostra traz seus filmes mais famosos, como “De Volta ao Vale das Bonecas” (1970) e “Supervixens” (1975), além de raridades como “O Imoral Sr. Teas” (1959) e “Mondo Topless” (1966).

O escritor norte-americano Jimmy McDonough, autor de uma incrível biografia de Meyer, “Big Bosoms and Square Jaws” (peitões e mandíbulas quadradas), percebe a influência do cineasta em toda a cultura pop atual: “Vejo Russ nos clipes de Lady Gaga e nos reality shows”, diz.

“Os filmes dele têm um estilo visual chocante e atraente, chupado das HQs. Meyer foi o primeiro a explorar essa edição alucinada que está espalhada por toda parte hoje.”

Fonte: Folha de S. Paulo

CCBB Brasília: Um tributo a Fréderic Chopin

terça-feira, 27 de julho de 2010

Neste ano em que se comemoram os 200 anos de nascimento do compositor polonês Fréderic Chopin (1810-1849), o CCBB apresenta a série Chopin Insólito. Durante quatro semanas, sempre às terças-feiras, poderão ser apreciadas interpretações de obras ainda inéditas no Brasil, por alguns dos nomes de maior destaque na cena musical brasileira e europeia.

A iniciativa vem se somar a uma série de eventos que acontecem simultaneamente em todo o mundo, numa homenagem ao “poeta do piano”, como Chopin é carinhosamente chamado. Mas Chopin Insólito é uma abordagem diferenciada da obra do compositor. O diretor geral da série, o pianista brasileiro Giulio Draghi, e a pianista e produtora musical Lilian Barretto, optaram por trazer alguns aspectos menos conhecidos do trabalho do músico.

O primeiro concerto (27 de julho) apresenta, em primeira audição no Brasil, as 53 transcrições dos 24 estudos de Chopin compostas pelo polonês Leopold Godowsky e interpretadas pelo premiado pianista italiano Francesco Libetta. No segundo (3 de agosto), acontece a primeira audição mundial do estudo Opus 25, de Carl Tausig (1841-1871), polonês confessadamente influenciado por Chopin. O concerto conta com a participação de Paulo Sergio Santos, maior expoente da clarineta no Brasil. O terceiro (10 de agosto) traz obras compostas por Chopin no aconchego de sua casa e pouquíssimo executadas no mundo. E a série termina (17 de agosto) apresentando o jovem pianista brasileiro Pablo Rossi (foto).

De 27 de julho a 17 de agosto, às 13h (entrada franca) e 21h, no Teatro do CCBB (SCES, trecho 2). Ingressos a R$ 15 e R$ 7,50 (meia).

Fonte: Jornal da Comunidade

Encontros no CCBB Rio discutem a história da novela

terça-feira, 27 de julho de 2010

Veteranos da televisão como as atrizes Eva Wilma, Laura Cardoso e Nathalia Timberg vão se reunir a partir desta terça-feira, dia 27, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Rio, para discutir a história e a importância das novelas na cultura brasileira. O ciclo de debates, que começa com uma homenagem a Regina Duarte, faz parte das comemorações dos 60 anos da chegada da TV ao país.

Serão, ao todo, nove encontros, que reunião ainda os autores Silvio de Abreu e Lauro Cesar Muniz, além de Alvaro de Moya, diretor da extinta TV Excelsior, e Ana Rosa, que já fez um total de 46 novelas, entrando para o “Guiness Book” como a atriz que mais fez televisão no Brasil. Artur Xexéo, colunista do jornal “O Globo”, vai falar de Janete Clair, sobre quem já escreveu uma biografia.

Os encontros, gratuitos, acontecem sempre às terças, às 18h30m. Há distribuição de senhas para entrar uma hora antes.

Fonte: patriciakogut.com

No CCBB Rio “Onomatopéia não é Palavrão”

segunda-feira, 26 de julho de 2010

O repertório de música popular e instrumental brasileira onde a onomatopéia – recurso de imitação de sons por meio de vocábulos sonoros – é valorizada nas letras e arranjos instrumentais vai invadir o Centro Cultural Banco do Brasil–RJ, a partir desta terça, 27 de julho, dentro das tradicionais Terças Musicais, com o projeto Onomatopéia Não é Palavrão! Onomatopéia Musical.

Agora com uma dinâmica diferente, as Terças Musicais mostrarão sonoridades diversas a cada semana durante o semestre, ao invés de um mesmo tema ao longo de shows seguidos em um único mês. E este projeto Onomatopéia terá uma série de cinco shows distribuídos de julho a novembro, com curadoria e textos de Daniel Caverna e Jussiê Caverna, apresentados por Hermínio Bello de Carvalho, mostrando belos exemplos de canções brasileiras com vocábulos como tique-taque, fonfom, dim-dim e piu-piu, buzinas, sirenes, gagueira, choro, riso, etc.

Os cinco shows vão mostrar a forma expressiva de onomatopéia nas letras e nos arranjos instrumentais, apresentando as músicas em blocos temáticos divididos em cada show de forma contextualizada e bem-humorada: Onomatopéia não é Palavrão, Onomatopéia Instrumental, A Natureza e a Onomatopéia, O Homem e a Onomatopéia e A Confusão dos Sons.

O repertório será interpretado por jovens talentos da Escola Portátil de Música como as cantoras Camila Luiza, Clara de Andrade, Letícia Soares, Muiza Adnet, Cintia Graton, Gabriela Buarque, Ilessi e Milena Tibúrcio, com participações especiais de Amélia Rabello, Maurício Carrilho, Pedro Miranda, Pedro Amorim e Marcos Sacramento.

Todos serão acompanhados por Anderson Balbueno (pandeiro), Leonardo Pereira (cavaquinho), Rafael Mallmith (violão 7 cordas), Thiago da Serrinha, Vitor Macedo (clarinete), Luis Barcelos (bandolim) e Maria Souto (flauta) – também músicos da Escola Portátil de Música -, sendo que os dois últimos, e também Maurício Carrilho, assinam os arranjos especialmente elaborados para a série.

PROGRAMAÇÃO

27 de julho – Onomatopéia não é Palavrão
Com: Camila Luiza, Clara de Andrade, Letícia Soares e Muiza Adnet
Participação Especial: Amélia Rabello

24 de agosto – Onomatopéia Instrumental
Com: Anderson Balbueno (pandeiro), Leonardo Pereira (cavaquinho), Luis Barcelos (bandolim), Maria Souto (flauta), Rafael Mallmith (violão 7 cordas), Thiago da Serrinha e Vitor Macedo (clarinete).
Participação especial: Maurício Carrilho

28 de setembro – A Natureza e a Onomatopéia
Com: Cintia Graton, Gabriela Buarque, Ilessi e Milena Tibúrcio
Participação especial: Pedro Amorim

26 de outubro – O Homem e a Onomatopéia
Com: Camila Luiza, Clara de Andrade, Letícia Soares e Muiza Adnet
Participação especial: Pedro Miranda

30 de novembro – A Confusão dos Sons
Com: Cintia Graton, Gabriela Buarque, Ilessi e Milena Tibúrcio
Participação especial: Marcos Sacramento

Canções com onomatopéias que marcaram a música brasileira

A idéia é ouvir e prestar atenção no uso recorrente da onomatopéia na música brasileira em vários sucessos gravados em nossa memória e também em canções desconhecidas.

Esta série foi idealizada a partir de uma amostragem do repertório pesquisado para um show de lançamento do livro de mesmo título deste projeto de Boris Garay, Gabriela Buarque, Vidal Assis, Thereza Christina Vallinoto, Daniel Caverna e Jussiê Caverna – os dois últimos curadores desta série -, elaborado a partir da atividade Oficina de Coisas, concebida por Hermínio Bello de Carvalho junto à Escola Portátil de Música. Mas cabe mencionar aqui que o primeiro registro de trabalho sobre onomatopéia foi do pesquisador, radialista e cantor Almirante, que teve no ano de 2009 o centenário de seu nascimento.

Além do resgate histórico de importantes canções brasileiras (na sua maioria entre o período de 1930 e 1960) e do aspecto educacional, a série mostrará como a onomatopéia é relevante na música brasileira por retratar a realidade que nos rodeia e ser uma forma de representação de uma cultura e de um modo de vida em seus processos de transformações sociais, revelando a intenção dos compositores em retratar musicalmente sons dos bichos, dos meios de transporte (buzina, sirene) e das pessoas (gagueira, choro, etc).

Alguns exemplos de clássicos da música brasileira com esta característica que estão no roteiro: Trenzinho do Caipira (Villa-Lobos), Gago Apaixonado (Noel Rosa), Bicharia (Chico Buarque), Marreco quer Água / O Gato e o Canário / Pula Sapo (Pixinguinha), Berimbau (Baden Powell e Vinícius de Moraes), O Pato (Vinicius de Moraes, Toquinho e Paulo Soledade). Além disso, revela fonogramas originários da antiga Casa Edson como O Boi no Coqueiro e A Galinha (ambas de Lourival de Carvalho) e sambas das décadas de 30 e 40 do século passado, como Tic Tac do Meu Coração (Alcir Pires Vermelho e Valfrido Silva), Fon-Fon (Alberto Ribeiro e João de Barro), Ele não Dorme sem Apanhar (Cícero Nunes), Olha o Grude Formado (Gadé), entre outros, que pela raríssima execução nas rádios e regravações atuais, possuem um caráter de “ineditismo” nos dias de hoje.

Serviço:
Show: Onomatopéia não é Palavrão! Onomatopéia Musical
Local: Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro II (Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – RJ – 3808-2020)
Temporada: de 27 julho a 30 de novembro de 2010 (terças-feiras)
Preço: R$ 6,00 e R$ 3,00 (meia-entrada). A venda antecipada de ingressos inicia-se na terça-feira da semana anterior à do espetáculo, restrita a dois ingressos por pessoa.
Horário: sempre às 12h30 e 19
Capacidade: 158 lugares
Classificação: Livre
Facilidades para pessoas com deficiência: rampa – Av. Pres. Vargas; sanitários – térreo e 2o andar; boxes para cadeiras de rodas; elevadores especiais e telefone para portadores de deficiência auditiva.
Terminal de Auto-Atendimento: térreo
Telefone público: térreo e 5º andar
Banheiro familiar e fraldário: no térreo, ao lado do banheiro feminino.

Fonte: Rádio Manchete

CCBB quer aproximar público de escritores brasileiros

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Rio de Janeiro – A série Escritores Brasileiros traz para o CCBB encontros memoráveis entre autores brasileiros e personalidades que vão ler para o público trechos escolhidos de suas obras.

Ao longo de sete meses, a plateia vai ter o privilégio de ficar frente a frente com escritores como Luiz Fernando Veríssimo, Zuenir Ventura e Marina Colasanti, entre outros, que serão lidos por atores como Cássia Kiss e Diogo Vilela e também por jornalistas e apresentadores como Zeca Camargo.

O primeiro encontro reúne Nelson Motta e Marília Pêra (foto). Autor dos best-sellers Noites Tropicais e Vale Tudo – O som e a fúria de Tim Maia, o jornalista, compositor, escritor, roteirista e produtor musical Nelson Motta é garantia de um bom papo, animado e envolvente. Para ler trechos de seus trabalhos a convidada é a atriz e diretora Marília Pêra, uma das maiores estrelas das artes cênicas no Brasil e ex-mulher do escritor, com quem tem duas filhas.

Escritores Brasileiros é mais uma iniciativa de Marcelo Andrade, idealizador e coordenador deste e de outros programas semelhantes, que já levaram diversos escritores a municípios do interior do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Sergipe e várias capitais, desde 2005, alcançando mais de 5000 leitores. Esse ano o projeto chega ao CCBB de Brasília e do Rio de Janeiro mantendo sua disposição de incentivar e difundir o prazer da leitura.

A dinâmica dos encontros começa com o autor falando um pouco sobre sua vida e obra, seu processo criativo e sua história. Em seguida, a personalidade convidada lê alguns trechos escolhidos da obra do escritor. Por fim, a plateia vai poder fazer perguntas e conversar com os palestrantes.

Confira a programção completa:

Rio de Janeiro:

3 de agosto – Nelson Motta e Marília Pêra
14 de setembro – Martha Medeiros e Cássia Kiss
5 de outubro – Affonso Romano de Sant’Anna e … a confirmar
16 de novembro – Marina Colasanti e Christine Fernandes
7 de dezembro – Luiz Fernando Veríssimo e Diogo Vilela
11 de janeiro – Zuenir Ventura e Zeca Camargo
1 de fevereiro – Bartolomeu Campos de Queirós e Vera Holtz

Brasília:

Qua. 11/08/10 Luis Fernando Veríssimo
Qua. 15/09/10 Zuenir Ventura
Qui. 14/10/10 Marina Colasanti
Qua. 10/11/10 Nelson Motta
Qua. 23/02/11 Affonso Romano de Sant’Anna
Qua. 23/03/11 Bartolomeu Campos de Queiróz

Fonte: O Reporter, com informações do Overmundo