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Inscrições para o 2º Festival Cultural BB começam nesta quinta-feira

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

A partir desta quinta-feira, 9, estarão abertas as inscrições para o Festival Cultural Banco do Brasil 2010. Os funcionários e aposentados poderão se inscrever nas categorias, Crônica, Dança de Salão e Fotografia. O prazo para as inscrições vai até o dia 30 de setembro para Crônica e Fotografia e até o dia 15 de outubro para a categoria Dança.

Nessa segunda edição do Festival, 14 finalistas de cada categoria serão premiados com um pacote de viagem de quatro noites para o Rio de Janeiro, com direito a um acompanhante. No dia 30 de novembro, período em que os finalistas estarão na cidade maravilhosa, será realizada a cerimônia de encerramento onde serão escolhidos os três destaques de cada categoria. Os destaques serão premiados com um notebook.

O Festival Cultural BB, lançado em 2009, é uma das ações do Programa de Reconhecimento. Foi concebido e sistematizado para valorizar os talentos artísticos dos funcionários da ativa e aposentados do Banco. No ano passado, recebeu 876 inscrições, sendo: 262 Fotografias, 445 Poesias e 169 Músicas.

Para conhecer os regulamentos de cada categoria, acesse o site do Festival Cultural do Banco do Brasil

Fonte: Previ

Previdência pode chegar a 24% do PIB em 2018, diz Brasilprev

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Empresa do Banco do Brasil estima que setor de previdência complentar chegará a R$ 1 trilhão em ativos

Altamiro Silva Júnior, da Agência Estado

O mercado de previdência complementar vai chegar a R$ 1 trilhão em ativos em 2018, prevê a Brasilprev, empresa do Banco do Brasil. Atualmente, eles somam R$ 180 bilhões. A expectativa é que o crescimento mantenha o fôlego atual e fique em 20,6% ao ano até 2018, segundo dados divulgados hoje pela gestora. Os ativos do segmento devem responder este ano por 7% do Produto Interno Bruto (PIB). A projeção para 2018 é que cheguem a 24%.

As classes de baixa renda, especialmente a C, são a nova fronteira para os planos de previdência complementar e uma das maiores apostas para a expansão das vendas. Até agora, as vendas dos planos ficaram praticamente restritas aos clientes de maior renda. “Ainda não notamos presença forte da classe C na nossa carteira, mas isso vai acontecer”, diz o presidente da Brasilprev, Tarcísio Godoy.

Na avaliação de Godoy, com o crescimento da economia e a mudança de classe social de parte dos brasileiros, o mercado fica favorável para a previdência complementar. As pessoas começam a se preocupar mais com o futuro e a estabilidade quando ficarem mais velhas e não querem depender só da aposentadoria oficial, diz ele. Outro fator que favorece esse mercado é o aumento da expectativa de vida da população.

A Brasilprev não tem planos de aquisição e aposta no crescimento orgânico, com a venda dos planos se concentrando nas mais de 4,9 mil agências do BB. Segundo Godoy, mais de 10 mil gerentes foram treinandos para vender os planos VGBL e PGBL. A gestora ganhou mais um canal de vendas, formado pelas agências da Nossa Caixa incorporadas pelo Banco do Brasil após a aquisição do banco paulista. No primeiro semestre, a gestora teve captação líquida de R$ 3 bilhões e chegou a 1,25 milhão de clientes.

As projeções da Brasilprev são de que o mercado de previdência arrecade R$ 50 bilhões este ano. Hoje a empresa é a terceira maior do mercado de previdência aberta, liderado por Bradesco (R$ 68 bilhões) e Itaú Unibanco (R$ 44 bilhões). Um dos destaques na gestora são os planos ciclo de vida, que já atingiram R$ 2 bilhões em patrimônio. Esses fundos foram lançados em 2007 anos e mudam a composição dos investimentos conforme a idade do participante – quando o cliente é mais novo, por exemplo, investe mais em ações; quando está perto da aposentadoria, fica mais em renda fixa.

Godoy, que deixa a empresa no próximo dia 10, será substituído por Sérgio Rosa, ex-presidente da Previ, o fundo de pensão do BB, com R$ 142 bilhões em patrimônio. O nome de Rosa foi aprovado pelo conselho da empresa em agosto. O conselho tem quatro membros do BB e quatro da Principal, gestora americana que é sócia do banco na Brasilprev.

Fonte: O Estado de S. Paulo

BB negocia compra de bancos no Peru e no Chile

terça-feira, 7 de setembro de 2010

A aquisição de um banco de pequeno porte no Peru pode ser o mais novo passo do Banco do Brasil em seu processo de internacionalização. Segundo fontes ligadas ao banco, o BB estuda, e pode fechar negócio nas próximas semanas. A ideia é comprar uma instituição que opera no segmento corporativo, atuando principalmente para fomentar o comércio exterior entre o Brasil e o Peru.

Além do Peru, o BB tem buscado entrar em outros países. Nesse sentido, a instituição financeira estatal já adquiriu o banco Patagônia, na Argentina, e negocia uma parceria minoritária com um banco de pequeno porte no Chile, sem aquisição de controle. As conversas também avançam para uma parceria com uma instituição já estabelecida e focada nas empresas. O Banco do Brasil também observa oportunidades na Colômbia, Uruguai e Paraguai.

Com esses movimentos, a atuação do maior banco brasileiro deve ganhar novos e importantes contornos até o fim do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, com possibilidade de compras serem anunciadas até mesmo antes da eleição do novo presidente da República.

Além disso, o BB reforça a estratégia de ampliar a influência da política externa brasileira por meio do financiamento de empreendimentos de interesse do Brasil no exterior. No fim de semana, executivos do BB acertaram condições de um empréstimo de US$ 223 milhões para a instalação de uma usina de etanol na Colômbia.

Segundo as empresas envolvidas, é a maior operação privada realizada até hoje pelo Programa de Financiamento às Exportações, o Proex. O dinheiro vai beneficiar um grupo israelense que comprará equipamentos de uma fornecedora brasileira. O contrato será firmado em breve.

Fonte: O Estado de S. Paulo.

BB financia usina de álcool na Colômbia

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Numa operação típica do BNDES, BB empresta US$ 223 milhões para grupo israelense que vai comprar equipamentos brasileiros

O juro cobrado pelo BB será a taxa Libor, sem acréscimo de spread. Atualmente, a Libor está abaixo de 1% anual

Fernando Nakagawa – O Estado de S.Paulo

O Banco do Brasil está financiando projetos internacionais cada vez maiores e começa a concorrer com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No fim de semana, executivos do BB acertaram condições de um empréstimo de US$ 223 milhões para a instalação de uma usina de etanol na Colômbia.

Segundo as empresas envolvidas, é a maior operação privada realizada até hoje pelo Programa de Financiamento às Exportações, o Proex. O dinheiro vai beneficiar um grupo israelense que comprará equipamentos de uma fornecedora brasileira. O contrato será firmado em breve.

A operação, que se assemelha aos créditos concedidos pelo BNDES, será realizada por meio da Proex, linha usada para financiar a exportação de mercadorias. Ao mesmo tempo que o BB fecha o contrato, a política externa brasileira mantém a meta de levar a cultura do etanol a mais países da América Latina, já que o governo pretende alçar o combustível à categoria de commodity internacional.

O chefe do projeto encabeçado pelo Grupo Merhav, Jorge Chavez, explicou ao Estado por telefone, da Colômbia, que as conversas com o BB começaram no auge da crise, no fim de 2008. O empréstimo é destinado à construção da usina que vai usar equipamentos e a tecnologia de uma empresa paulista, a Uni-Systems. Esse é o segundo financiamento às usinas construídas no exterior pela companhia. A primeira, no Peru, teve crédito bem menor, de US$ 25 milhões.

O juro cobrado pelo BB é composto pela taxa Libor – referência no mercado britânico – sem acréscimo de spread. Atualmente, a Libor está abaixo de 1% anual, em dólar. “É muito mais barato que se nós tomássemos o crédito na Colômbia ou nos EUA. É um grande estímulo”, diz Chavez, ao comentar que se a empresa fosse a mercado pagaria juro de cerca de Libor acrescido de até 6,5%. O juro competitivo é explicado porque há um seguro de US$ 20 milhões que será acionado em caso de calote.

O Proex é uma linha que usa recursos da União e é operada exclusivamente pelo BB. Segundo a instituição, a linha pode ser da categoria “financiamento”, quando há empréstimo para o exportador ou importador com recursos do Tesouro Nacional. A modalidade está “voltada fundamentalmente para o atendimento às micro, pequenas e médias empresas”.

Nesse caso, a operação foi possível porque a Uni-Systems é qualificada nesse segmento, por ter faturamento anual de até R$ 600 milhões.

“O financiamento do Proex é que viabiliza a planta, já que o crédito tem condições muito competitivas”, diz o diretor de administração da Uni-Systems, Luis Carlos de Mello. Além da planta na Colômbia, a empresa tenta crédito de US$ 122 milhões para a instalação de outra usina no Peru e negocia o financiamento para a construção de uma usina nos EUA.

Fonte: O Estado de S. Paulo

BB nega quebra de sigilo bancário de Eduardo Jorge

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Laryssa Borges

O Banco do Brasil negou na sexta-feira (3), que tenha havido quebra de sigilo na conta corrente do vice-presidente executivo do PSDB, Eduardo Jorge. Em nota à imprensa, a instituição informa que não identificou nenhum indício de que a conta do tucano tenha sido violada. Eduardo Jorge disse à Polícia Federal em agosto que houve uma violação em sua conta bancária no banco público.

“Até o momento, não foi identificado qualquer fato que indique violação de sigilo, nem que aponte nessa direção”, diz a nota da instituição.

A Polícia Federal já enviou pedido à Justiça para que o Banco do Brasil forneça informações sobre seu sistema de controle. O objetivo é esclarecer se houve a quebra de sigilo bancário do vice-presidente tucano na instituição. O tucano atribui o vazamento dos dados ao comitê da candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff.

Na Receita Federal, um levantamento no sistema apontou as senhas de quem acessou dados fiscais de pessoas ligadas ao PSDB e ao presidenciável do partido, José Serra. Os dados que a PF quer conseguir do Banco do Brasil também podem trazer informações para confirmar ou não as denúncias de Eduardo Jorge.

Na quinta-feira (2), o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, comunicou que a PF assumirá o comando das investigações sobre as violações de sigilo na Receita Federal. A determinação foi do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pediu urgência na apuração.

Fonte: Redação Terra

PF investiga se houve ação ilegal servidores do BB

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Gerson Camarotti e Jailton de Carvalho, O Globo

Além da quebra ilegal do sigilo fiscal de Verônica Serra , filha do candidato do PSDB à Presidência, e de outros políticos tucanos, a Polícia Federal passou a investigar uma suposta ação ilegal no Banco do Brasil para violar as contas bancárias do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge.

A exemplo do que foi feito na Receita, onde os registros no sistema apontaram as senhas de quem devassou os dados fiscais de tucanos, a PF quer saber a identidade dos servidores do BB que podem ter extraído informações das contas de Eduardo Jorge.

A PF já encaminhou à Justiça um pedido para que o banco seja obrigado a fornecer os dados do sistema de controle.

A denúncia foi feita por Eduardo Jorge em depoimento prestado à PF , em 5 de agosto. Ele atribui o vazamento ao comitê da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.

Apesar da denúncia ter sido levada à PF há quase um mês, o BB informou nesta quinta-feira que “não há fato concreto” e, por isso, não determinou qualquer medida para apurar a denúncia. Segundo o banco, o caso só será apurado internamente se houver “fato concreto”.

Fonte: Blog do Noblat

Saiba+

Clique aqui para ler a notícia na íntegra em O Globo

BB avalia dez pequenos bancos americanos para comprar dois

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Vânia Cristino

O Banco do Brasil já está com os pés nos Estados Unidos. Até o fim do ano, o BB espera fechar a compra de dois bancos regionais americanos, com agências na região de Nova York, Boston e Massachusetts e na Flórida, com agências em Miami e Orlando. O vice-presidente de Negócios Internacionais e de Atacado da instituição, Allan Simões Toledo (foto), disse que estão sendo analisados 10 pequenos bancos para a compra, num universo de 700 instituições à venda no país.

“Pretendemos atuar nos Estados Unidos à semelhança do Japão”, declarou. Simões explicou que, nos Estados Unidos, a marcaBanco do Brasil vai ficar evidente. O BB optou pela compra e não pela abertura de novas agências pela praticidade do negócio. “É mais rápido e econômico fazer as aquisições”, observou. Como no Japão, onde o BB possui sete agências e atende um universo de 125 mil clientes, nos Estados Unidos o foco são as pessoas físicas, preferencialmente os brasileiros que moram e trabalham no país. Daí a necessidade de substituir o nome dos bancos regionais pela marca BB.

A estratégia de crescimento da instituição na América Latina é outra. O foco, nesse caso, são as empresas brasileiras instaladas e produzindo nos países vizinhos. “Como se trata de pessoas jurídicas, a marca BB não precisa ficar evidente”, disse. Para atender bem as empresas brasileiras na América Latina, o BB está procurando no Chile, no Peru, na Colômbia e no Equador um negócio semelhante ao fechado na Argentina, com o Banco da Patagônia.

Olho nas empresas

Nesse novo processo de internacionalização, é evidente a mudança de postura do BB. No passado, o BB abria agências no exterior para captar recursos e financiar as exportações brasileiras. Dessa fase são os 44 pontos de atendimento presentes em 23 países. Nos últimos cinco anos, a situação mudou radicalmente. Simões conta que as empresas brasileiras não estão mais apenas vendendo seus produtos no exterior, mas produzindo, o que demanda uma estrutura diferente.

“As necessidades mudaram. As empresas brasileiras no exterior precisam de crédito, de um banco que faça a folha de pessoal na moeda local, que dê crédito para seus fornecedores. Não consigo fazer tudo isso com uma única agência no país”, ponderou. Só na Argentina, por exemplo, onde o Banco do Brasil já está há 30 anos, encontram-se hoje 250 empresas brasileiras.

Fonte: Correio Braziliense

Banco do Brasil e OdontoPrev, do Bradesco, se associam para venda de planos

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

SÃO PAULO – O Banco do Brasil e a OdontoPrev, operadora de planos odontológicos associada à Bradesco Dental, anunciaram na manhã desta quinta-feira uma parceria para venda de planos odontológicos, em caráter de exclusividade, nas mais de 18 mil agências do banco estatal. Trata-se do terceiro anúncio recente de associação envolvendo BB e Bradesco, este último que perdeu a liderança no ranking de bancos privados brasileiros após a união que deu origem ao Itaú Unibanco, no final de 2008.

De acordo com o memorando de entendimentos, a aliança estratégica ainda contempla a carteira de funcionários do BB, que, somando dependentes e aposentados, chega a 900 mil beneficiários. Para a parceria, as companhias estudam criar uma empresa com participação de 75% do capital da BB Seguros (49,99% das ações ordinárias e 100% das preferenciais) e de 25% do capital da OdontoPrev, equivalente a 50,01% de suas ações ordinárias.

A BB Seguros pode ainda participar, indiretamente, com até 10% no capital da OdontoPrev, por meio de uma holding a ser constituída entre BB Seguros, Bradesco e ZNT Participações – que compartilham o controle da OdontoPrev.

BB e Bradesco novamente juntos

Na semana passada, os dois bancos também revelaram parceria para investimento na África junto com o português Banco Espírito Santo (BES) e a entrada da Caixa na empresa que comandará a gestão da bandeira de cartões Elo, formada por BB e Bradesco em abril deste ano.

O Bradesco ingressou no capital da OdontoPrev em outubro do ano passado, assumindo 43,5% da empresa e compartilhando o controle da companhia com seu fundador e presidente. A Bradesco Dental foi incorporada pela OdontoPrev e, em troca, o banco recebeu ações da companhia.

De acordo com o fato relevante publicado nesta quinta, o acordo deve durar por dez anos e ainda está sujeito a estudos técnicos e financeiros e ao cumprimento das formalidades legais e regulatórias do setor de seguros. A OdontoPrev, atualmente a maior operadora de planos odontológicos do país, se associou à Bradesco Dental no ano passado e atende a cerca de 4,4 milhões de beneficiários. O BB não atuava nesse ramo.

Ações em alta

Nesta semana, até o fechamento de quarta-feira, as ações da OdontoPrev acumulam valorização de 12,4%. No início do pregão da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) no dia, as ações de Bradesco PN subiam 0,31%, as do Banco do Brasil ON apresentavam alta de 0,3% e as de OdontoPrev ON avançavam 0,52%.

Na terça-feira, em esclarecimento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) acerca da oscilação e do aumento do volume de negócios com suas ações nos últimos pregões, a OdontoPrev informou que estava “participando de processos competitivos” para expandir seus negócios.

Um executivo do BB havia indicado na segunda-feira que o ramo odontológico era alvo de atenção da instituição para completar seu portfólio em seguros de saúde. Procurado pela Reuters na terça-feira e questionado sobre uma eventual aliança com a OdontoPrev, o BB informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não confirmava a informação.

Fonte: O Globo/Reuters/Valor Online

Banco do Brasil prevê 2,2 mil agências em novo formato em 4 anos

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Objetivo da instituição é chegar a todos os municípios do País, por isso criou o modelo +BB, que atua junto a um correspondente

Nelson Rocco, iG São Paulo

O Banco do Brasil estabeleceu como meta atender a todos os municípios do País. Para isso, criou um novo modelo de agência, a +BB, com um número reduzido de funcionários, que atua em parceria com um correspondente. É a agência “complementar”. A primeira já está em funcionamento no município de Anhembi, no interior de São Paulo. Segundo Aldemir Bendine, presidente do BB, até o final de 2011, serão 500 agências no novo modelo. “Em quatro anos, serão 2,2 mil agências”, prevê.

Segundo Bendine, o BB tem a maior rede de atendimento do País. Os dados que acompanham o balanço do segundo trimestre deste ano mostram que eram 18.286 pontos de atendimento no Brasil, com alta de 6,3% sobre os números de um ano antes. Os terminais de auto-atendimento somavam 54,137 mil ao final de junho, 5,1% acima do mesmo mês de 2009. Isso para atender uma clientela de mais de 32,6 milhões de clientes. Parte dessa clientela é adepta da movimentação pela internet. De acordo com os dados do banco, 10,2 milhões de pessoas acessam o BB pela web, 12,9% mais que no final de junho do ano passado.

Para o presidente do BB, é natural que a larga escala das transações eletrônicas continue em aceleração. “Porém, por mais que tenhamos operações automatizadas, precisamos de clientes e para isso temos de ter agências. É por maio delas que captamos clientes”, afirma ele. “O modelo tradicional de agência irá perdurar por muito tempo, porque há necessidade, por parte do cliente, de interação. Às vezes, o cliente quer fazer um financiamento, comprar um bem a crédito e ele faz isso por meio da agência”, explica Bendine.

Bancarizados

“As previsões que tínhamos há 15 anos não se confirmaram. Cada vez mais o cliente quer atendimento presencial, apesar do crescimento das operações eletrônicas”, afirma Bendine. A meta de novas agências, diz ele, é para oferecer atendimento para os cerca de 30 milhões de pessoas das classes C e D que se tornaram “bancarizados” nos últimos anos, com o crescimento da economia do País e dos níveis de emprego e renda.

Para atender essa nova clientela, o BB anunciou a contratação de 10 mil funcionários. “O banco cresceu muito inorganicamente e não estamos preparados em termos de pessoal”, avalia. Os concursos estão suspensos por conta da legislação eleitoral, que proíbe contratações em épocas de eleições. Mesmo assim, dos 10 mil planejados, já foram contratados 6 mil. O restante virá até meados do ano que vem. O pessoal total do banco está em 106 mil funcionários.

O novo modelo de instalações, a +BB, é um misto de agência e correspondente. “O correspondente fica mais com os pagamentos. Nosso funcionários voltam-se para o atendimento, na gestão financeira, orientação ao cliente”, explica Bendine. Esse novo formato é voltado para pequenos municípios, onde não há demanda para uma agência tradicional, acrescenta o presidente do BB.

Fonte: IG

Lucro do Banco do Brasil sobe 26,5% e atinge R$ 5,1 bi no semestre

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 5,1 bilhões no primeiro semestre de 2010, crescimento de 26,5% em relação ao mesmo período de 2009, de acordo com o balanço financeiro divulgado na manhã desta segunda-feira.

A instituição aponta o aumento do crédito e a queda da inadimplência como os principais fatores que proporcionaram o resultado positivo do período.

No segundo trimestre, o resultado líquido foi de R$ 2,7 bilhões, alta 15,9% sobre o primeiro trimestre, cujo resultado foi de R$ 2,35 bilhões. Em relação ao segundo trimestre de 2009, o crescimento foi de 16,1%.

O lucro do BB, maior instituição financeira do país, foi o segundo maior reportado pelos bancos no semestre, atrás apenas do Itaú Unibanco, cujo lucro líquido registrado foi de R$ 6,4 bilhões.

Os ativos totais da instituição alcançaram R$ 755,7 bilhões ao final de junho, crescimento de 26,2% em relação a junho de 2009 e de 4,3% sobre o final do trimestre anterior, consolidando-se como o maior banco da América Latina em ativos totais.

CRÉDITO

No segmento de crédito para empresas, a carteira evoluiu 31,2% em 12 meses e 5,9% sobre o trimestre anterior, totalizando R$ 135,6 bilhões em junho de 2010. Destaque para o capital de giro que cresceu 41,8% em 12 meses e 11,1% no trimestre, registrando saldo de R$ 67,5 bilhões.

O crédito às pessoas físicas chegou a R$ 101,1 bilhões ao final do segundo trimestre de 2010, crescimento de 47,7% em um ano e de 6,3% no trimestre. Segundo o banco, este montante representa 31% da carteira total do BB contra os 27,1% observados no mesmo período do ano anterior.

Entre as linhas de crédito mais relevantes, destaque para o crescimento do crédito consignado que atingiu R$ 40,5 bilhões, expansão de 37,1% em 12 meses. Esse desempenho garantiu ao Banco do Brasil 32,8% de participação de mercado o que reforça a posição de liderança do BB no segmento.

As operações de financiamento a veículos cresceram 178,4% em relação ao segundo semestre de 2009, totalizando R$ 22,8 bilhões ao final de junho de 2010, resultado reforçado pela parceria com o Banco Votorantim, conferindo ao BB 13,6% de participação de mercado.

O crédito imobiliário continua em alta, registrando R$ 2,1 bilhões no semestre, expansão de 84,9% em 12 meses.

A carteira de crédito em conceito ampliado, que inclui garantias prestadas e os títulos e valores mobiliários privados, registrou R$ 349,8 bilhões no final do primeiro semestre, crescimento de 6,8% no trimestre e de 41,1% em 12 meses.

INADIMPLÊNCIA

No trimestre, os índices de inadimplência do BB observaram uma tendência de queda intensificada, aproximando-se dos patamares observados em 2008. As operações vencidas há mais de 90 dias atingiram 2,7% da carteira de crédito, melhora de 40 pontos base no trimestre e de 60 pontos base em relação a junho de 2009, enquanto o SFN registrou índice de inadimplência de 3,7%.

“Trata-se do menor patamar desde dezembro de 2008″, ressalta o comunicado do banco.

Fonte: Folha.com