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Previdência pode chegar a 24% do PIB em 2018, diz Brasilprev

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Empresa do Banco do Brasil estima que setor de previdência complentar chegará a R$ 1 trilhão em ativos

Altamiro Silva Júnior, da Agência Estado

O mercado de previdência complementar vai chegar a R$ 1 trilhão em ativos em 2018, prevê a Brasilprev, empresa do Banco do Brasil. Atualmente, eles somam R$ 180 bilhões. A expectativa é que o crescimento mantenha o fôlego atual e fique em 20,6% ao ano até 2018, segundo dados divulgados hoje pela gestora. Os ativos do segmento devem responder este ano por 7% do Produto Interno Bruto (PIB). A projeção para 2018 é que cheguem a 24%.

As classes de baixa renda, especialmente a C, são a nova fronteira para os planos de previdência complementar e uma das maiores apostas para a expansão das vendas. Até agora, as vendas dos planos ficaram praticamente restritas aos clientes de maior renda. “Ainda não notamos presença forte da classe C na nossa carteira, mas isso vai acontecer”, diz o presidente da Brasilprev, Tarcísio Godoy.

Na avaliação de Godoy, com o crescimento da economia e a mudança de classe social de parte dos brasileiros, o mercado fica favorável para a previdência complementar. As pessoas começam a se preocupar mais com o futuro e a estabilidade quando ficarem mais velhas e não querem depender só da aposentadoria oficial, diz ele. Outro fator que favorece esse mercado é o aumento da expectativa de vida da população.

A Brasilprev não tem planos de aquisição e aposta no crescimento orgânico, com a venda dos planos se concentrando nas mais de 4,9 mil agências do BB. Segundo Godoy, mais de 10 mil gerentes foram treinandos para vender os planos VGBL e PGBL. A gestora ganhou mais um canal de vendas, formado pelas agências da Nossa Caixa incorporadas pelo Banco do Brasil após a aquisição do banco paulista. No primeiro semestre, a gestora teve captação líquida de R$ 3 bilhões e chegou a 1,25 milhão de clientes.

As projeções da Brasilprev são de que o mercado de previdência arrecade R$ 50 bilhões este ano. Hoje a empresa é a terceira maior do mercado de previdência aberta, liderado por Bradesco (R$ 68 bilhões) e Itaú Unibanco (R$ 44 bilhões). Um dos destaques na gestora são os planos ciclo de vida, que já atingiram R$ 2 bilhões em patrimônio. Esses fundos foram lançados em 2007 anos e mudam a composição dos investimentos conforme a idade do participante – quando o cliente é mais novo, por exemplo, investe mais em ações; quando está perto da aposentadoria, fica mais em renda fixa.

Godoy, que deixa a empresa no próximo dia 10, será substituído por Sérgio Rosa, ex-presidente da Previ, o fundo de pensão do BB, com R$ 142 bilhões em patrimônio. O nome de Rosa foi aprovado pelo conselho da empresa em agosto. O conselho tem quatro membros do BB e quatro da Principal, gestora americana que é sócia do banco na Brasilprev.

Fonte: O Estado de S. Paulo

BB negocia compra de bancos no Peru e no Chile

terça-feira, 7 de setembro de 2010

A aquisição de um banco de pequeno porte no Peru pode ser o mais novo passo do Banco do Brasil em seu processo de internacionalização. Segundo fontes ligadas ao banco, o BB estuda, e pode fechar negócio nas próximas semanas. A ideia é comprar uma instituição que opera no segmento corporativo, atuando principalmente para fomentar o comércio exterior entre o Brasil e o Peru.

Além do Peru, o BB tem buscado entrar em outros países. Nesse sentido, a instituição financeira estatal já adquiriu o banco Patagônia, na Argentina, e negocia uma parceria minoritária com um banco de pequeno porte no Chile, sem aquisição de controle. As conversas também avançam para uma parceria com uma instituição já estabelecida e focada nas empresas. O Banco do Brasil também observa oportunidades na Colômbia, Uruguai e Paraguai.

Com esses movimentos, a atuação do maior banco brasileiro deve ganhar novos e importantes contornos até o fim do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, com possibilidade de compras serem anunciadas até mesmo antes da eleição do novo presidente da República.

Além disso, o BB reforça a estratégia de ampliar a influência da política externa brasileira por meio do financiamento de empreendimentos de interesse do Brasil no exterior. No fim de semana, executivos do BB acertaram condições de um empréstimo de US$ 223 milhões para a instalação de uma usina de etanol na Colômbia.

Segundo as empresas envolvidas, é a maior operação privada realizada até hoje pelo Programa de Financiamento às Exportações, o Proex. O dinheiro vai beneficiar um grupo israelense que comprará equipamentos de uma fornecedora brasileira. O contrato será firmado em breve.

Fonte: O Estado de S. Paulo.

BB financia usina de álcool na Colômbia

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Numa operação típica do BNDES, BB empresta US$ 223 milhões para grupo israelense que vai comprar equipamentos brasileiros

O juro cobrado pelo BB será a taxa Libor, sem acréscimo de spread. Atualmente, a Libor está abaixo de 1% anual

Fernando Nakagawa – O Estado de S.Paulo

O Banco do Brasil está financiando projetos internacionais cada vez maiores e começa a concorrer com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No fim de semana, executivos do BB acertaram condições de um empréstimo de US$ 223 milhões para a instalação de uma usina de etanol na Colômbia.

Segundo as empresas envolvidas, é a maior operação privada realizada até hoje pelo Programa de Financiamento às Exportações, o Proex. O dinheiro vai beneficiar um grupo israelense que comprará equipamentos de uma fornecedora brasileira. O contrato será firmado em breve.

A operação, que se assemelha aos créditos concedidos pelo BNDES, será realizada por meio da Proex, linha usada para financiar a exportação de mercadorias. Ao mesmo tempo que o BB fecha o contrato, a política externa brasileira mantém a meta de levar a cultura do etanol a mais países da América Latina, já que o governo pretende alçar o combustível à categoria de commodity internacional.

O chefe do projeto encabeçado pelo Grupo Merhav, Jorge Chavez, explicou ao Estado por telefone, da Colômbia, que as conversas com o BB começaram no auge da crise, no fim de 2008. O empréstimo é destinado à construção da usina que vai usar equipamentos e a tecnologia de uma empresa paulista, a Uni-Systems. Esse é o segundo financiamento às usinas construídas no exterior pela companhia. A primeira, no Peru, teve crédito bem menor, de US$ 25 milhões.

O juro cobrado pelo BB é composto pela taxa Libor – referência no mercado britânico – sem acréscimo de spread. Atualmente, a Libor está abaixo de 1% anual, em dólar. “É muito mais barato que se nós tomássemos o crédito na Colômbia ou nos EUA. É um grande estímulo”, diz Chavez, ao comentar que se a empresa fosse a mercado pagaria juro de cerca de Libor acrescido de até 6,5%. O juro competitivo é explicado porque há um seguro de US$ 20 milhões que será acionado em caso de calote.

O Proex é uma linha que usa recursos da União e é operada exclusivamente pelo BB. Segundo a instituição, a linha pode ser da categoria “financiamento”, quando há empréstimo para o exportador ou importador com recursos do Tesouro Nacional. A modalidade está “voltada fundamentalmente para o atendimento às micro, pequenas e médias empresas”.

Nesse caso, a operação foi possível porque a Uni-Systems é qualificada nesse segmento, por ter faturamento anual de até R$ 600 milhões.

“O financiamento do Proex é que viabiliza a planta, já que o crédito tem condições muito competitivas”, diz o diretor de administração da Uni-Systems, Luis Carlos de Mello. Além da planta na Colômbia, a empresa tenta crédito de US$ 122 milhões para a instalação de outra usina no Peru e negocia o financiamento para a construção de uma usina nos EUA.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Sérgio Rosa assume Brasilprev dia 13 e busca liderança na previdência

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Executivo assume a empresa de planos de previdência do BB, que possui R$ 30 bilhões em ativos

Altamiro Silva Júnior, da Agência Estado

SÃO PAULO – No próximo dia 13 Sérgio Rosa assume a presidência da Brasilprev, empresa de planos de previdência do Banco do Brasil com R$ 30 bilhões em ativos. Ex-presidente da Previ, fundo de pensão do BB, Rosa continua até abril como presidente do conselho de administração da Vale.

Acostumado com fundos fechados de previdência, Rosa passou os últimos dias conhecendo as operações da Brasilprev, que vende fundos abertos. Para ele, o crescimento da economia e o aumento da renda da população vai trazer oportunidades de crescimento para o mercado aberto de previdência. “Meu desafio é fazer a empresa se desenvolver dentro desse mercado”, disse Rosa em entrevista à imprensa. Líder em captação desde 2008, a meta é levar a empresa a liderança em ativos e em número de clientes.

As projeções da Brasilprev são de que o mercado de previdência arrecade R$ 50 bilhões este ano. Hoje a empresa é a terceira maior do mercado de previdência aberta, liderado por Bradesco (R$ 68 bilhões) e Itaú Unibanco (R$ 44 bilhões). No mercado total de previdência complementar, incluindo fundos fechados e abertos, a Brasilprev é a sexta maior. O líder é a Previ, com R$ 142 bilhões em ativos, seguido por Bradesco e a Petros, o fundo dos petroleiros, de acordo com ranking de fevereiro deste ano. A meta da empresa é chegar ao quinto lugar em 2011 e a quarta posição em 2012.

A Brasilprev era presidida por Tarcísio Godoy há 3 anos. Funcionário de carreira do Tesouro Nacional, Godoy tira férias a partir do próximo dia 10 e estuda propostas para trabalhar no setor privado e também para continuar no governo.

Fonte: O Estado de S. Paulo

BB nega quebra de sigilo bancário de Eduardo Jorge

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Laryssa Borges

O Banco do Brasil negou na sexta-feira (3), que tenha havido quebra de sigilo na conta corrente do vice-presidente executivo do PSDB, Eduardo Jorge. Em nota à imprensa, a instituição informa que não identificou nenhum indício de que a conta do tucano tenha sido violada. Eduardo Jorge disse à Polícia Federal em agosto que houve uma violação em sua conta bancária no banco público.

“Até o momento, não foi identificado qualquer fato que indique violação de sigilo, nem que aponte nessa direção”, diz a nota da instituição.

A Polícia Federal já enviou pedido à Justiça para que o Banco do Brasil forneça informações sobre seu sistema de controle. O objetivo é esclarecer se houve a quebra de sigilo bancário do vice-presidente tucano na instituição. O tucano atribui o vazamento dos dados ao comitê da candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff.

Na Receita Federal, um levantamento no sistema apontou as senhas de quem acessou dados fiscais de pessoas ligadas ao PSDB e ao presidenciável do partido, José Serra. Os dados que a PF quer conseguir do Banco do Brasil também podem trazer informações para confirmar ou não as denúncias de Eduardo Jorge.

Na quinta-feira (2), o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, comunicou que a PF assumirá o comando das investigações sobre as violações de sigilo na Receita Federal. A determinação foi do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pediu urgência na apuração.

Fonte: Redação Terra

CCBB de Brasília comemora quatro décadas de Aldir Blanc e João Bosco

sábado, 4 de setembro de 2010

Em setembro o CCBB de Brasília comemora quatro décadas de parceria musical entre os compositores Aldir Blanc e João Bosco. Ao longo de três finais de semana o público vai apreciar os clássicos da dupla com artistas como Leila Pinheiro, Pedro Mariano, Elza Soares e Moacyr Luz, além do próprio João Bosco, que abre os trabalhos com duas apresentações, nos dias 11 e 12 de setembro.

O primeiro encontro entre o mineiro João Bosco e o carioca Aldir Blanc foi no fim da década de 60, no Rio de Janeiro. Ambos já tinham passado por parceiros ilustres como Vinícius de Moraes, Ivan Lins e Gonzaguinha, mas tiveram a sorte de encontrar a combinação perfeita de suas criações musicais um no outro.

Nessa época, ainda morando em cidades diferentes, João em Ouro Preto, onde cursava Engenharia, e Aldir no Rio, a parceria acontecia com a ajuda dos Correios. Era assim que Aldir enviava as letras para Bosco, através de cartas. Nas férias, os dois se reuniam para cantar e compor.

A parceria se consolidou rapidamente ao chegar às rádios de todo Brasil, na voz de Elis Regina, com Bala com Bala, em 1972. “Quanto me custa dar a outra face / O tapa estala no balacobaco e é fala com fala / E é bala com bala e o galã se espalhando, dando.”

Ao longo dos 10 primeiros anos desta parceria, Aldir e Bosco foram disputados pelos maiores intérpretes da época. Além de Elis, Simone, Gal Costa, Clara Nunes e Djavan também queriam canções dos dois. E foi nas vozes desses e de outros grandes nomes que estiveram no topo dos rankings de discos mais vendidos e músicas mais executadas em rádio e tv.

Em 1983, Aldir e João interromperam a parceria. Foram 18 anos em que cada um seguiu seu caminho, cada qual com seus novos parceiros e sempre com belas e memoráveis composições. Atualmente, e já há alguns anos, para alegria geral da nação, João e Aldir estão compondo juntos mais uma vez.

“O reencontro aconteceu em 2001 e hoje, mais próximos, os dois voltaram a compor grandes e novos clássicos que ficarão com certeza na história da nossa música.” Aposta Solange Kafuri.

O projeto tem a direção musical de Itamar Assiére, que além da direção musical, toca piano e teclado. Para compor a banda que acompanha os intérpretes, Itamar arregimentou um time de grandes músicos brasileiros. Na bateria e percussão Jorge Gomes; violão, guitarra e cavaquinho Zé Carlos; sax e flauta Ricardo Pontes e no baixo elétrico e acústico Ivan Machado.

“Dois pra lá, dois pra cá” com João Bosco e Aldir Blanc – 40 anos de música

CCBB Brasília
11 a 26 de setembro
sextas e sábados, às 21h e domingos, às 20h
Teatro I
SCES Trecho 2, lote 22 – Brasília/DF
Ingressos a R$ 7,50
(meia para estudantes, professores, maiores de 65 anos e clientes BB)
Capacidade: 324 lugares
Classificação etária: 12 anos
Informações: 61 3310.7087

Fonte: O Reporter

CCBB SP leva shows gratuitos para a Praça do Patriarca

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) apresenta, a partir de sexta-feira (3/9), o projeto musical “Vale a Pena Ouvir”, que acontece ao ar livre (grátis) na Praça do Patriarca. São cinco espetáculos com duas sessões cada (às sextas-feiras e aos sábados, às 12h30), reunindo a grande diversidade musical do Brasil como o tradicional forró, música eletrônica junto com cancioneiro popular, regional (nordestino e pantaneiro) e rock mesclado com canto lírico.

O grupo pernambucano Fim de Feira (foto) abre a temporada (3 e 4/9), seguido pela pernambucana Andrea Amorim (17 e 18/9), pela banda mineira formada por deficientes visuais Forró no Escuro (1 e 2/10), pelo paulistano-pantaneiro Gabriel Sater (15 e 16/10) e pelos paraibanos do Cabruêra (29 e 30/10), que fecham o projeto.

O objetivo do CCBB com esta iniciativa é apresentar ao público paulistano as diversas origens da música popular brasileira numa síntese da variação de estilos. Todos os grupos e artistas convidados possuem trabalhos reconhecidos em suas respectivas regiões e até mesmo no Exterior; alguns trazem o aval de artistas de renome nacional. A seleção envolveu uma minuciosa pesquisa em busca da diversidade de gêneros e da qualidade artística somada às particularidades dos estilos. O resultado é um projeto rico em sonoridades e elementos da cultura brasileira.

Programação

3 e 4/9: Fim de Feira (ritmos nordestinos com poesia de cordel)
17 e 18/9: Andrea Amorim (rock-lírico)
1º e 2/10: Forró no Escuro (deficientes visuais no forró)
15 e 16/10: Gabriel Sater (regional pantaneiro)
29 e 30/10: Cabruêra (cancioneiro e música eletrônica)

Fonte: Viva o Centro

Programa de Educação Previdenciária da Previ está no ar

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Está no ar o Mais PREVI, o programa de Educação Previdenciária que visa fornecer a você informações que lhe permitam tomar as melhores decisões para o seu futuro. Utilizando o site como principal veículo, o programa reúne vídeos, textos, cursos e links para outros conteúdos que te ajudarão a entender assuntos relacionados à educação previdenciária. São informações importantes para que você conheça mais o seu plano de benefícios e aproveite melhor as oportunidades oferecidas pela PREVI.

O Programa Mais PREVI contribui para a disseminação de conhecimentos sobre planejamento financeiro, necessário à formação de reservas para garantir uma renda de aposentadoria. A implantação do programa de educação previdenciária da PREVI está previsto no Plano Estratégico 2010-2013 e está alinhado às instruções da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC), que determina os conteúdos mínimos que os programas devem ter.

Como Acessar

Na página inicial do site, na aba “Conheça a PREVI”, clique na opção Mais PREVI. Você entrará na página que reúne todos os conteúdos produzidos. Outra forma de acessar é clicar nos “selos” disponíveis em diversas informações. Sempre que existir algum vídeo ou outro material do Mais PREVI relacionado com a informação contida na página em que você estiver navegando, você verá um selo com link direto para o conteúdo audiovisual.

Conhecimento nunca é demais

O Programa Mais PREVI leva para você informações de maneira leve e resumida. O objetivo é chamar a atenção para informações essenciais, que podem fazer diferença para o seu futuro. Mas lembramos que é sempre recomendável a leitura de informações mais detalhadas no site, bem como nos normativos disponíveis. Afinal, quando se trata do seu futuro, conhecimento nunca é demais.

Fonte: Previ

PF investiga se houve ação ilegal servidores do BB

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Gerson Camarotti e Jailton de Carvalho, O Globo

Além da quebra ilegal do sigilo fiscal de Verônica Serra , filha do candidato do PSDB à Presidência, e de outros políticos tucanos, a Polícia Federal passou a investigar uma suposta ação ilegal no Banco do Brasil para violar as contas bancárias do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge.

A exemplo do que foi feito na Receita, onde os registros no sistema apontaram as senhas de quem devassou os dados fiscais de tucanos, a PF quer saber a identidade dos servidores do BB que podem ter extraído informações das contas de Eduardo Jorge.

A PF já encaminhou à Justiça um pedido para que o banco seja obrigado a fornecer os dados do sistema de controle.

A denúncia foi feita por Eduardo Jorge em depoimento prestado à PF , em 5 de agosto. Ele atribui o vazamento ao comitê da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.

Apesar da denúncia ter sido levada à PF há quase um mês, o BB informou nesta quinta-feira que “não há fato concreto” e, por isso, não determinou qualquer medida para apurar a denúncia. Segundo o banco, o caso só será apurado internamente se houver “fato concreto”.

Fonte: Blog do Noblat

Saiba+

Clique aqui para ler a notícia na íntegra em O Globo

Vale fracassa em tentativa de comprar a Paranapanema

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Vale chegou a elevar em 6% a oferta inicial, mas adesão ficou aquém do esperado

Márcio Juliboni, de EXAME.com

São Paulo – Fracassou a tentativa da Vale de comprar a Paranapanema, empresa líder na produção de cobre refinado no Brasil. Em comunicado à imprensa, a Vale informou que não houve adesão suficiente de acionistas da Paranapanema ao leilão de oferta pública de compra dos papéis, realizado nesta quarta-feira (1º/9).

A mineradora não informou quantos acionistas apoiaram a oferta. De acordo com comunicado da BM&F Bovespa, os investidores que aderiram à proposta detinham papéis equivalentes a 38,28% do total.

Ao lançá-la, em 29 de julho, a Vale condicionou a conclusão do negócio à adesão de acionistas que detivessem, pelo menos, 50% mais uma ação ordinária. A intenção era comprar até 100% dos papéis.

Sem a adesão necessária, a Vale informou que “não adquiriu no leilão quaisquer ações da Paranapanema na oferta.” A mineradora chegou a elevar sua oferta durante o leilão. O preço inicialmente proposto era de 6,30 reais por ação ordinária, que representava um prêmio de 22,4% sobre a média ponderada de fechamento dos pregões dos 90 dias anteriores à apresentação da proposta.

Durante o leilão, porém, a Vale chegou a oferecer 6,75 reais por ação – o que representa 6,34% mais que a oferta inicial. Pela primeira proposta, o valor total poderia alcançar 2,011 bilhões de reais, caso 100% dos investidores aderissem. Com o aumento da oferta, a Vale mostrou que poderia pagar até 2,137 bilhões de reais.

Com a Paranapanema, a Vale aceleraria seus planos de se tornar também um importante competidor no mercado mundial de cobre.

Fonte: Portal Exame