
Obrigado!
As eleições 2002
consagraram o time da Anabb, oferecendo uma vitória extraordinária, indicando que os
associados identificaram que a entidade está no caminho certo. Sem dúvida, a
responsabilidade nossa é aumentada com essa votação recorde e certamente nos
desdobraremos para corresponder, no mandato que se inicia no dia 12.12.2002 (para os
Conselheiros Deliberativos) e em 15.01.2003, para os Diretores Executivos, Diretores
Estaduais e Conselheiros Fiscais.
Ao final desta página,
está apresentado o resultado, com todos os eleitos, mas algumas observações devem ser
ser feitas, desde já.
Primeiramente, manifesto
meu sincero agradecimento, pela "chuva" de votos recebidos, 17.140. De cada 100
associados que votaram, 56 marcaram o meu nome, o que me deixa verdadeiramente emocionado.
Em relação à eleição anterior, minha votação cresceu 160% e foi maior do que a
votação recebido por três ex-Garef. Recebi mais de mil votos acima da votação de
Fernando Amaral, que alcançou 16.131, e obtive mais que a soma dos votos de Henrique
Pizzolato (8.907) e Paulo Assunção (6.975), que juntos totalizaram 15.882. E se
juntarmos a votação obtida pelos diretores da Cassi, Lessivan, e da Previ, Sérgio Rosa,
o total corresponde a menos de 2/3 da votação por mim obtida.
Em segundo lugar,
observo que, dentre os 26 que serão chamados para a Diretoria Executiva e o Conselho
Deliberativo (CD), foram eleitos 21 conselheiros que, em 1998, haviam sido escolhidos
pelos associados (20 destes estão atualmente cumprindo mandato). Cinco estarão pela
primeira vez no CD, sendo que dois deles não concorreram em 1998, um concorreu mas não
foi eleito, e dois foram eleitos, naquela oportunidade para, respectivamente, o Conselho
Fiscal e a Diretoria Estadual de Minas Gerais. São, pela ordem de votação, Graça
Machado, Diniz, Careli, Éder Melo e Paulo Assunção.
Em troca, seis que
concorreram à reeleição, não tiveram seus mandatos renovados pelos associados. São,
pela ordem da votação insuficiente obtida agora: Fernanda
Carísia, Paulo Trapp, Lessivan Pacheco, Leoni Teresinha Philippsen e Adélia K. E.
Ofilada.
Crescimento da
votação dos reeleitos
Excluindo-se os cinco novos,
podemos comparar a votação de 1998 e a de agora e observar que houve não apenas a
reeleição de um conjunto grande de conselheiros, mas um grande crescimento médio no
número de votos obtidos. Os percentuais de crescimento são, naturalmente, menores para
os que já haviam sido muito votados em 1998 e maiores para os menos votados naquela
oportunidade, mas são relevantes para a quase totalidade. É mais difícil repetir uma
alta votação em duas eleições seguidas.
Se considerarmos os cinco mais
votados em 1998, comprovamos essa difilcudade de crescimento. Dois deles tiveram menos
votos agora do que em 1998 (a votação de Henrique Pizzolato, por exemplo, foi 41,7%
menor agora). Quem mais cresceu neste segmento foi Valmir Camilo, que quase duplicou o
número de votos - obteve 97,7% de votos a mais.
Considerando-se, porém, os dez
mais votados em 1998, foi Cecília que teve maior crescimento relativo: mais 154,6% de
votos. Analisando-se os vinte e um primeiros colocados em 1998, o maior crescimento foi na
minha votação, que cresceu 159,3%. Considerando-se todos os reeleitos, no entanto, os
maiores índices de crescimento foram os de Mário Juarez, que fora o 27° em 1998 -
206,8%- e Willian Bento, 23° em 1998, com 187,3%.
| Nome |
Índice de acréscimo ou decréscimo
% |
Classificação em 2002 |
Classificação em 1998 |
| |
|
|
|
| Mário Juarez |
206,8 |
15+ |
27 |
| Willian Bento |
187,3 |
11+ |
23 |
| Romildo |
159,3 |
7+ |
14 |
| Gonçalves |
157,6 |
20+ |
26 |
| Junior |
156,9 |
10+ |
17 |
| Cecília |
154,6 |
1+ |
10 |
| Élcio |
149,8 |
9+ |
15 |
| Mércia |
146,7 |
18+ |
22 |
| Mafra |
141,6 |
16+ |
21 |
| Denise |
134,4 |
3+ |
7 |
| Douglas |
111,7 |
5+ |
6 |
| Valmir |
97,7 |
2+ |
5 |
| Augusto |
76,9 |
4 |
4 |
| Emílio |
76,2 |
14- |
8 |
| Tereza |
65,8 |
19- |
11 |
| Branisso |
65,5 |
17- |
9 |
| Serrano |
41,4 |
23- |
13 |
| Amaral |
25,1 |
8- |
3 |
| Ana Dantas |
20,3 |
26- |
19 |
| Calazans |
(20,1) |
21- |
2 |
| Pizzolato |
(41,7) |
24- |
1 |
Na comparação de 2002 com 1998:
+ Melhor posição relativa; - Pior posição relativa |
O
crescimento do número de votos foi tão forte que a votação obtida, agora, pelo 22°
colocado, 10.706 votos, seria suficiente para colocá-lo em 4° lugar em 1998. De modo
inverso, a votação do primeiro colocado naquela oportunidade, 15.290, foi inferior à
obtida pelo décimo colocado em 2002.
Cada associado que votou para o
CD, excetuando-se os brancos e nulos, marcou em média 19,26 nomes, dos 21 possíveis. Por
esta razão, o número de votos atingiu cerca de 580 mil.
No caso do Conselho Fiscal, em
que era possível marcar até 3 nomes, 2,85 foi o número médio de votos, excetuando-se
os casos em que esta opção apareceu em branco ou anulada. Foram mais de 83 mil votos
acumulados pelos candidatos.
Assim, é de se destacar a
marcante legitimidade que esta eleição conferiu aos eleitos, valorizando seus mandatos.
Abaixo, apresento os novos
eleitos da Anabb, para os conselhos Deliberativo e Fiscal e para as Diretorias Estaduais.
Os resultados completos estão disponíveis no site oficial da Anabb.
Para saber mais
sobre as eleições Anabb, clique aqui |